Carlos Said "o magro de aço" vira personagem de livro

Carlos Said "o magro de aço" vira personagem de livro

É esse amor ao esporte e à vida que Gustavo Said mostra em seu livro

Conhecido como ?Magro-de-aço?, Carlos Said, 80 anos, é múltiplo. Professor, radialista, jornalista, futebolista, literato e muito mais, é agora, também, personagem de livro, com o ?Como era bom aos domingos...?, escrito por Gustavo Said, filho do Magro-de-aço, mas também jornalista, professor e escritor. O livro, lançado na noite desta quarta-feira, 02 de fevereiro, às 19h, no auditório da OAB-PI, é uma grata surpresa até para quem já conhece um poco a trajetória do homenageado.

Gustavo Said mostra os caminhos da vida do seu pai apontando fatos que compõem uma existência rica. Rica em histórias, rica em "brigas" por tudo aquilo em que acredita, rica em amor, trabalho e inovações. Pioneiro da imprensa esportiva piauiense, Carlos Said demonstrou sua vida inteira extraordinária paixão pelo rádio e pelo esporte. Um entusiasmo contagiante, que se mantém intacto aos 80 anos de vida, ainda presente nas reações de jornais, ainda nas emissoras de rádio, continuando a fazer história, com sua experiência, seu jeito tranquilo e sua paciência.

É esse amor ao esporte e à vida que Gustavo Said mostra em seu livro, no qual, onde mais que render homenagem ao pai (o que seria natural) revela ao público um verdadeiro fenômeno da comunicação no Estado do Piauí. ?Como era bom aos domingos...? fica completo com o subtítulo ?Carlos Said, o homem, a vida, o mito magro-de-aço?, mito esse nascido de uma tragédia (quase morre em um acidente de carro, em 1964) que até hoje esbanja inspiração e entusiamo quando fala ou escreve sobre qualquer assunto.

Com prefácio do jornalista Dídimo de Castro, companheiro de Carlos Said, o livro de Gustavo Said retrata as façanhas do professor Carlos Said e sua vida extraordinária, cheia de paixões no dia a dia como educador, literato, esportista, pai de família, e também como exemplos nessas suas várias atividades, todas realizadas com verdadeiro entusiasmo que o mantém atuante aos 80 anos, quando muitos já optaram por ?pendurar as chuteiras?.



Fonte: Lúcia Bezerra, Jornal Meio Norte