CGJ implantará sistema para melhorar eficiência das Varas Criminais e Cíveis no Piauí

A implementação deve acontecer gradualmente nos próximos meses, tendo seu projeto piloto iniciado junto à 4ª Vara Criminal e 6ª Vara Cível da capital

A Corregedoria Geral de Justiça do Piauí (CGJ-PI) firmou contrato para o estabelecimento de um novo sistema de gestão das Varas Criminais e Cíveis do Estado; a evolução busca melhorar a eficiência da Justiça de 1º Grau, através da celeridade e padronização dos critérios e procedimentos quanto ao tratamento dos feitos nas respectivas unidades.

A implementação deve acontecer gradualmente nos próximos meses, tendo seu projeto piloto iniciado junto à 4ª Vara Criminal e 6ª Vara Cível da capital, se destacando ainda pela adoção de uma política de gestão documental para o Judiciário piauiense, obedecendo os critérios do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname).

Segundo o desembargador Sebastião Ribeiro Martins, corregedor geral de Justiça, a boa experiência avaliada através do projeto piloto deve se estender por todas as unidades, de modo que os resultados obtidos possam ser maximizados.

"Um dos principais objetivos da nossa gestão é o apoio aos magistrados para que a prestação jurisdicional da Justiça de 1º Grau possa melhorar. Com a implementação desse novo sistema de gestão, haverá uma maior celeridade processual, algo essencial para o acesso à Justiça", afirmou.

O modelo de gestão a ser implementado ainda comporta o treinamento dos servidores e magistrados, focando nos conceitos e procedimentos relacionados à definição, acompanhamento e avaliação de objetivos, metas e resultados, racionalização e formalização de procedimentos, controle dos documentos e registros e organização do ambiente de trabalho na unidade judiciária.

Por fim, o trabalho também contempla a definição e a implantação de um conjunto de procedimentos relacionados à produção, classificação, tramitação, uso, avaliação e arquivamento de documentos institucionais produzidos e recebidos pelo judiciário piauiense no exercício das suas atividades.

Fonte: Francy Teixeira