Comandante da PM anuncia novo concurso

Lindomar Castilho também anunciou mais 500 policiais nas ruas

O comandante geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Lindomar Castilho, anunciou no quadro Jogo do Poder, do programa Agora, da Rede Meio Norte, a realização de um novo concurso público para a corporação em 2019, logo depois da aprovação da reforma administrativa do governo do Estado pela Assembleia Legislativa e posse dos novos secretários.

Depois disso, o governador Wellington Dias vai anunciar o certame. A informação é um balde de água fria nos ânimos dos classificados no último concurso, que esperavam ser chamados como classificados. "Já chamamos 80 classificados e serão somente esses", disse.

Comandante da PM,  Lindomar Castilho (Crédito: Raíssa Morais)
Comandante da PM, Lindomar Castilho (Crédito: Raíssa Morais)


Lindomar Castilho falou que há 67 ações judiciais de candidatos tentando ingressar na corporação e a Procuradoria Geral do Estado está pronta para agir após os resultados delas. "Só entram mesmo se for via judicial. Não chamaremos mais", avisa.

BOA NOTÍCIA - Segundo o comandante, uma boa notícia é que 500 policiais vão sair dos órgãos da administração estadual para as ruas. “Nós tivemos uma audiência pública no TCE muito proveitosa, imaginamos que no começo do ano de 2019 teremos um acréscimo desse pessoal retornando para os quartéis. Hoje nós temos 765 policiais nos órgãos, a ideia é ficar pouco mais de 250, a conversa está bem adiantada, cada chefe de poder entendeu exatamente essa necessidade e nós estamos confiantes", disse.

De acordo com o coronel, o governador também está confiante. "Com certeza vamos ter esse acréscimo no policiamento dos batalhões para 2019", afirmou.

Para o lugar dos policiais nos órgãos e instituições serão chamados militares já aposentados, da reserva, e que ainda têm condições de trabalhar. E haverá a contratação de segurança privada nesses locais. O governador receberá na próxima semana uma minuta com a proposta de realocação dos policiais. A iniciativa começou no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que fez audiência para tratar da questão e pressionar pelo remanejamento dos militares para as ruas.

Fonte: Arimatea Carvalho
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