Desemprego em outubro fica em 6,1%, o menor desde 2002

Desemprego em outubro fica em 6,1%, o menor desde 2002

A menor taxa registrada antes dessa foi a de setembro, que ficara em 6,1%.

A taxa de desemprego ficou em 6,1% em outubro, de acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a menor, considerando todos os meses, desde março de 2002, quando teve início a série histórica do órgão. O menor resultado antes desse havia sido registrado no mês anterior, setembro, quando foi verificada taxa de 6,2%. Em outubro do ano passado, a taxa de desocupação havia ficado em 7,5%.

No conjunto das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, em outubro, a população ocupada somava 22,3 milhões. Na comparação com o mês anterior, não houve variação. Já em relação ao mesmo período do ano passado, foi verificado aumento de 3,9%.

Por setores

Em relação ao mês anterior, o número de trabalhadores com carteira assinada ficou estável em todas as atividades pesquisadas pelo IBGE, menos em comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (2,5%).

Na comparação com o outubro do ano passado, foram verificados avanços no contingente de ocupados nos setores de serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (4,7%), em educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (7,4%) e nos outros serviços (8,2%). Foi observado recuo em serviços domésticos (-5,1%).

Salários

Em outubro, o rendimento médio real dos trabalhadores foi de R$ 1.515,40 no conjunto das seis regiões, ficando praticamente estável em relação a setembro. Quando comparado ao mesmo período de 2009, os salários aumentaram 6,5%.

Por região

A taxa de desocupação ficou quase estável em relação ao mês anterior. Porém, na comparação anual, houve recuos em Recife, Belo Horizonte, São Paulo e em Porto Alegre. A taxa de desemprego ficou estável em Salvador e no Rio de Janeiro.

Fonte: g1, www.g1.com.br