Ministério do Desenvolvimento Agrário investiu cerca de R$ 330 milhões no PI

Investimento foi feito diretamente nos projetos do Crédito Fundiário

No ano de 2012, o Ministério do Desenvolvimento Agrário investiu mais R$ 10 milhões diretamente nos Projetos do Crédito Fundiário no Piauí, sendo que aproximadamente a metade dos recursos foi não reembolsável, ou seja, não gerou endividamento e foi usada para a estruturação coletiva das áreas de terra adquiridas pelo produtor rural. Em dez anos, já foram investidos R$ 330 milhões no estado.

Para a gestão 2013/2014 do Plano Safra serão destinados R$ 7 bilhões apenas para o Semiárido nordestino. O diretor do departamento de Crédito Fundiário do MDA, Francisco Ribeiro ressalta para o ano de 2013 no Piauí, que os recursos devem ser ampliados, considerando as mudanças ocorridas para este ano, como a priorização das regiões do Semiárido. No estado, serão prioridade, também, os Territórios da Cidadania e o atendimento da juventude rural e as mulheres do campo.

?Considerando que o Programa esteve atuando de forma mais lenta, em função da preparação de todas as mudanças, esperamos uma arrancada forte de contratações no Estado e estamos disponibilizando recursos para isso.

Vamos atender todas as demandas qualificadas do Estado. Se houver necessidade estaremos alocando mais recursos?, disse o diretor.

O Piauí é um dos estados com maior volume de investimentos do Crédito Fundiário no país. Desde 2003, ano de criação do programa, foram injetados R$ 330 milhões no estado, com 18 mil produtores rurais beneficiados.

A importância do programa de crédito para o Piauí está na oportunidade oferecida para que o agricultor familiar ou pecuarista possa trabalhar na sua própria terra documentada e adquirida a juros baixos.

?Isso também abre portas para o acesso a muitas outras Políticas, além do volume de recursos que circula na região, principalmente nos locais de economia mais frágil. São mais casas sendo construídas, mais energia chegando no campo e principalmente mais projetos produtivos gerando ocupação no campo?.

Fonte: Samira Ramalho