Piauí tem maior queda no preço do etanol, revela dados da ANP

No Amapá, não houve cálculo de variação porque na semana retrasada a ANP não informara a cotação do biocombustível. No período de um mês, o produto caiu em 8 Estados e subiu nos demais e no DF

O Piauí teve na última semana a maior queda no preço do etanol no Brasil. Os dados são da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e revelam ainda que os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 12 Estados e no Distrito Federal, caíram em outros 12 e ficaram estáveis em Sergipe.

No Amapá, não houve cálculo de variação porque na semana retrasada a ANP não informara a cotação do biocombustível. No período de um mês, o produto caiu em 8 Estados e subiu nos demais e no Distrito Federal.

Em São Paulo, principal Estado consumidor, a cotação caiu 0,90% na semana passada, para R$ 2,092 o litro. No período de um mês, acumula queda de 1,13%.

Na semana, o maior avanço das cotações foi registrado em Roraima (0,96%), enquanto o maior recuo ocorreu no Piauí (1,88%). No mês, a maior alta foi registrada no Distrito Federal (6,99%) e a maior queda, no Amapá (3,13%).

No Brasil, o preço mínimo registrado para o etanol foi de R$ 1,679 o litro, no Estado de São Paulo, e o máximo foi de R$ 3,60/litro, no Amazonas. Na média, o menor preço foi de R$ 2,092 o litro, em São Paulo. O maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 3,10 o litro.

O etanol permaneceu competitivo apenas em Goiás, no Mato Grosso, Paraná e em São Paulo, mostram dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Foi a terceira semana consecutiva de vantagem apenas nesses Estados. Nos demais e no Distrito Federal a gasolina permaneceu mais competitiva.

Segundo o levantamento, o etanol equivale a 68,08% do preço da gasolina em Goiás. No Mato Grosso, a relação está em 63,95%; no Paraná, em 68,68%; e em São Paulo, em 65,93%.

A gasolina está mais vantajosa principalmente no Amapá, onde o etanol custa o equivalente a 92,02% do preço da gasolina - a relação é favorável ao biocombustível quando está abaixo de 70%.

 

Fonte: Ananias Ribeiro