IBGE: vendas no varejo crescem pelo 6º mês seguido

Na comparação com outubro de 2009, avanço foi de 8,8%.

O volume de vendas do comércio varejista brasileiro teve alta de 0,4% em outubro, em relação a setembro, completando seis meses seguidos de crescimento, segundo informou, nesta terça-feira (14), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mesmo mês, a receita do setor avançou 1,3%, na décima alta mensal consecutiva, na série com ajuste sazonal.

Na série sem ajuste sazonal, o volume de vendas, na comparação com outubro do ano passado, cresceu 8,8%, enquanto a receita aumentou 13,3%. No acumulado em 2010, o avanço das vendas foi de 11,1% e, da receita, de 14,3%. Nos últimos 12 meses, a expansão do volume de vendas foi de 10,7% e, da receita, de 13,8%.

Em outubro, em relação a setembro, entre os setores pesquisados pelo IBGE, o de livros, jornais, revistas e papelaria cresceu 4,7%; o de móveis e eletrodomésticos, 2,3%; artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos, 1,7% e tecidos, vestuário e calçados, 1,4%.

Não contramão, tiveram desempenho negativo os setores de combustíveis e lubrificantes (- 0,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,2%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,0%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-10%).

Sobre outubro do ano passado, todas as atividades tiveram aumento no volume de vendas: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (6,7%); móveis e eletrodomésticos (15,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,9%); tecidos, vestuário e calçados (9,9%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (9,9%); combustíveis e lubrificantes (5,1%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (12,6%); e livros, jornais, revistas e papelaria (15,9%).

Por região

De acordo com IBGE, todos os estados tiveram desempenho positivo, puxado por Tocantins (73%); Rondônia (28,8%); Roraima (27,2%); Maranhão (20,4%) e Acre (20,0%).

Fonte: g1, www.g1.com.br