Elize  Matsunaga se chamava Kelly em site de prostitutas onde conheceu executivo da Yoki

Elize Matsunaga se chamava Kelly em site de prostitutas onde conheceu executivo da Yoki

No anúncio do site, Elize diz ter 18 anos e medidas esculturais: 1,65 metro de altura, 50 quilos e manequim 36.

?Sou uma loirinha muito carinhosa. Você não vai se arrepender?. Com essas palavras e produção digna de revista masculina, Kelly conquistou a atenção do empresário Marcos Matsunaga, executivo da Yoki, no anúncio de um site de prostitutas de luxo, em 2004. O empresário se separou da mulher e em 2009 se casou com Elize, verdadeiro nome da ?loirinha carinhosa?. Três anos depois, ao descobrir que estava sendo traída, ela matou e esquartejou o marido.

No anúncio do site, Elize diz ter 18 anos e medidas esculturais: 1,65 metro de altura, 50 quilos e manequim 36. O site prometia mais 20 fotos da moça, um vídeo, e ainda fornecia o telefone dela, para quem se interessar.

Para ter acesso ao conteúdo do site, o usuário precisa se cadastrar ?por apenas R$ 24,90 por mês?. A partir daí, o assinante tem acesso a 2.470 fotos de 144 acompanhantes. Além de vídeos das garotas de programa. Kelly "loirinha carinhosa", é claro, não está mais disponível.

Para levar uma das acompanhantes para casa o valor é mais alto e negociado com cada garota. O site garante que é apenas ?uma empresa de classificados que não cobra taxa ou comissão sobre os negócios realizados entre clientes e anunciantes?.

Elize Matsunaga, 30 anos, confessou ter matado e esquartejado o marido, no dia 19 de maio. Ela contratou um detetive para investigar o marido. Um vídeo feito por ele mostra o executivo abraçado com uma mulher, na saída de um restaurante, na véspera do crime. A amante é uma garota de programa conhecida como Natália.

O vídeo teria provocado uma discussão entre Elize e Marcos. Ele ameaçou pedir a guarda da filha se os dois se separassem. Elize atirou no marido, esquartejou o corpo e jogou os pedaços em cinco lugares diferentes na cidade de Cotia, Região Metropolitana de São Paulo.





Fonte: Extra