Equipes de saúde discutem mudanças no calendário de vacinação

Capacitações com os profissionais que atuam nas salas de vacina.

Com as mudanças no calendário de vacinação anunciadas recentemente pelo Ministério da Saúde, faz-se necessária a atualização na atenção básica municipal. Devido a isso, a Fundação Municipal de Saúde está promovendo capacitações com os profissionais que atuam nas salas de vacina da capital.

Vacinação  (Crédito: Divulgação )
Vacinação (Crédito: Divulgação )


Cerca de 30 técnicos de enfermagem estão participando da capacitação, que se iniciou ontem (07) e segue durante a manhã de hoje (08). “Como o calendário está sempre sofrendo mudanças, seja pela a introdução de novas vacinas ou mudanças no esquema de doses, é importante estarmos sempre promovendo estas atualizações, para desta forma atendermos adequadamente os usuários que frequentam as salas de vacina”, explica Emanuele Dias, chefe do núcleo de vigilância em saúde da Diretoria Regional de Saúde Centro/Norte.

Anunciada esta semana, a mudança do calendário determina que o esquema para a vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) deve passar para duas doses, sendo que a menina deve receber a segunda seis meses após a primeira, deixando de ser necessária a administração da terceira dose. Para os bebês, a principal diferença será a redução de uma dose na vacina pneumocócica 10 valente para pneumonia, que a partir de agora será aplicada em duas doses, aos dois e quatro meses, seguida de reforço preferencialmente aos 12 meses, mas poderá ser tomado até os quatro anos.

Além da atualização do calendário vacinal, está sendo abordado também o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI), sistema utilizado nos computadores das salas de vacina. “O manuseio adequado do sistema permite um maior controle das doses e um atendimento mais organizado”, diz Emanuele Dias.

O SI-PNI permite o registro das doses aplicadas e do quantitativo populacional vacinado, que são agregados por faixa etária, em determinado período de tempo, em uma área geográfica. Desta forma, é possível controlar o estoque e permite a programação da aquisição e distribuição de vacinas.

Fonte: Com informações da Assessoria