Rafael Ilha é levado para clínica menor e acompanhamento é reforçado

De acordo com a polícia, Ilha esteve na delegacia para “averiguação”.

O ex-cantor do Grupo Polegar Rafael Ilha ficará em uma clínica de recuperação menor, segundo o psiquiatra dele, Aloísio Priuli.



Segundo o médico, Ilha foi para uma nova clínica em São Paulo nesta segunda (26) para ter um acompanhamento reforçado "mais de perto" depois de ter sido levado à tarde para o 27º Distrito Policial, em Campo Belo, na Zona Sul de São Paulo.

"A outra clínica onde ele estava tinha mais gente, era maior. Essa é menor, há um acompanhamento mais próximo", disse o médico.

De acordo com a polícia, Ilha esteve na delegacia para ?averiguação?.

Segundo o cabo Ismael, da Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, Ilha e outros três homens estavam parados na Avenida Jornalista Roberto Marinho, perto da Rua Barão de Jaceguai, e "pareciam desorientados".

Ilha foi liberado acompanhado pelo psiquiatra Aloísio Priuli. De acordo com a polícia, tanto ele quanto os outros três não estavam com drogas. Todos foram liberados.

"Acionamos os familiares, que conduziram ele até uma clínica médica", disse o PM. Segundo a Polícia Civil, Rafael Ilha só foi levado à delegacia para que familiares pudessem buscá-lo. Nem boletim de ocorrência foi feito.

?Ele está bem, tranquilo?, disse o médico, na noite desta segunda-feira.

Clínica

A clínica onde Ilha estava internada é ?aberta?, segundo o psiquiatra. Priuli contou que foi avisado pela equipe que o paciente não quis tomar a medicação. Quando o médico estava se dirigindo ao local, soube que o ex-cantor havia saído. Logo depois, recebeu uma ligação do delegado avisando que ele havia sido localizado na Zona Sul.

Rafael Ilha, de 36 anos, deixou na sexta-feira (23) o Hospital São Luiz, na Zona Sul de São Paulo, depois de quatro dias internado por ter se ferido com um caco de vidro. Ele saiu de ambulância direto para a clínica de onde saiu nesta segunda. Para a polícia, ele tentou se matar. A família do ex-Polegar não confirma a informação.

Fonte: g1, www.g1.com.br