Exames mostram que coração de Reynaldo Gianecchini está pronto para químio

Exames mostram que coração de Reynaldo Gianecchini está pronto para químio

Ator está internado no hospital Sírio Libanês, em São Paulo, aguardando começo do tratamento

Diagnosticado com câncer linfático, o ator Reynaldo Gianechinni está passando por uma bateria de exames no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde está internado para se curar de uma infecção antes de iniciar o tratamento. Segundo fonte do EGO, nesta quinta-feira, 11, o ator realizou uma ecocardiografia pré-quimioterapia para checar o funcionamento do coração, que está em condições normais para começar a químio, o que está previsto para esta segunda-feira.

A ecocardiografia ou ecocardiograma com Doppler consiste em um método de diagnóstico da estrutura e do funcionamento do coração, baseado no uso de ultrassom. O exame apresenta imagens estáticas e em movimento do músculo e das válvulas cardíacas, além disso, através do mapeamento de fluxos em cores pela técnica Doppler, identifica a direção e velocidade do fluxo sanguíneo no interior das cavidades cardíacas.

O infectologista David Uip, um dos três médicos que cuida do ator, comunicou à imprensa na manhã da quinta-feira, que o ator poderia começar a quimioterapia na semana que vem. "Gianecchini está tratando um processo infeccioso na garganta através de antibióticos", disse ele. Já a noite ele afirmou que não há previsão do início do tratamento. "Primeiro temos que tratar a infeção", justificou.

No boletim médico divulgado também na quinta-feira pelo hospital, foi afirmado que não previsão de alta para o ator. "O ator Reynaldo Gianecchini Jr. foi internado no Hospital Sírio Libanês apresentando aumentos dos gânglios na região do pescoço. Após exames inicias de biópsia, obteve-se o diganóstico inicial de linfoma não-Hodgkin. Seu estado geral é bom e não há previsão de alta. O paciente está sendo acompanhado pelas equipes coordenadas pelos professores doutores Yana Novis, Raul Cutait e David Uip", diz o boletim assinado pelos médicos Antonio Carlos Onofre de Lira e Paulo Ayrosa Galvão.

Fonte: EGO