FMS visita pontos de prostituição para levar ações educativas

E principalmente, conscientizar as pessoas de que as DST’s podem s

A Fundação Municipal de Saúde desenvolve o “Programa Amar sem Preconceito”. Todas as noites de quartas-feiras e sábados uma equipe da Coordenação de DST/AIDS e Hepatites Virais da FMS visita locais públicos que servem de ponto de encontro, prostíbulos, bares e boates, realizando visitas de dispensação de material preventivo como camisinhas e lubrificantes, além de fazer abordagens com material e informações educativas de orientação, prevenção e tira dúvidas.

“Essa é uma maneira de ficarmos mais próximos do público que frequenta esses locais. Como o público GLS, prostitutas e pessoas em busca de sexo. Nosso trabalho é preventivo e educativo. Temos uma boa aceitação e resultado”, disse a coordenadora de DST/AIDS da FMS, Andrea Fernanda Lopes.

Ela completa dizendo que as pessoas abordadas não recusam serem atendidas. São ouvidas e, caso haja necessidade, o profissional da FMS faz o encaminhamento ideal e adequado daquela situação aos serviços de saúde. “Servimos como ponte para que essas pessoas tenham mais acesso aos tratamentos de saúde também, além de trabalharmos as prevenções das doenças sexualmente transmissíveis, já que elas procuram pouco os serviços públicos”, explicou Andrea Lopes.

O “Programa Amar sem Preconceito” existe desde 2005 e visa promover a saúde no que se refere às doenças sexualmente transmissíveis. O programa tem por objetivo fortalecer o vínculo entre o público-alvo e o sistema da rede de atenção básica de saúde. E principalmente, conscientizar as pessoas de que as DST’s podem ser evitadas.

Para que o “Amar sem preconceito” aconteça a coordenação dispõe de uma equipe de saúde composta por enfermeiros e técnicos. O programa surgiu da preocupação que existe em relação às Doenças Sexualmente Transmissíveis exigindo, assim, a elaboração e implementação de políticas públicas para o controle e prevenção desses agravos e intensificações nas discussões a respeito das questões de gênero e como homens e mulheres vivenciam a sexualidade no Brasil.

Fonte: Assessoria