Bebê nasce com metade do coração e sobrevive por quatro meses sem tratamento

Bebê nasce com metade do coração e sobrevive por quatro meses sem tratamento

Segundo o jornal britânico Daily Mail, 600 bebês diagnosticados com essa condição a cada ano sobre vive,

A britânica Scarlett Dougan, que nasceu com metade do coração, sobreviveu mesmo depois de ter passado os primeiros quatro meses de vida sem diagnóstico. A bebê nasceu com uma doença rara chamada síndrome da hipoplasia do coração direito, na qual o lado direito do coração não se desenvolveu totalmente, o que significa que o corpo dela não era capaz de enviar sangue suficiente para seus pulmões.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, 600 bebês diagnosticados com essa condição a cada ano sobre vive, mas muitos morrem dias em poucos dias após o nascimento. Por isso, Scarlett é uma vencedora.

Esse tipo de síndrome é detectada no ultrassom por volta da 22ª semana de gestação. Mas isso não acontece com Nichola, mãe da bebê. Ela só começou a perceber que tinha algo estranho com a filha ao comparar o temperamento entre ela e seu irmão Nathanial, de 1 ano e 11 meses. ?Nathanial é um menino tão feliz, todo mundo sabe como ele é feliz?, disse a Nichola, que é professora de uma escola primária. Já Scarlett parecia infeliz e gritava o tempo todo, conta.

Após conversar com uma pediatra sobre o choro constante de Scarlett e as noites sem dormir, a bebê fez um exame rápido na filha e Nichola foi orientada a procurar um hospital. Ao chegar, ela foi imediatamente encaminhada a uma UTI para um tratamento mais elaborado. Os médicos disseram a Nichola que sua filha tinha ultrapassado várias barreiras por ter passado tanto tempo sem tratamento. ?É um milagre ela ainda estar aqui?, diz a mãe, que, a princípio, achou que a filha poderia sofrer de asma.

Scarlett já passou por duas graves cirurgias cardíacas nas quais os medicos passaram horas ligando suas artérias diretamente aos pulmões para melhorar o fluxo de oxigênio. Os médicos da bebê acreditam que ela possa ter uma infância normal, apesar de, provavelmente, precisar de um transplante de coração para chegar à adolescência.



Fonte: Crescer