Garoto de 8 anos sofre anomalia rara e é impedido de frequentar a escola pelo próprio professor

Garoto de 8 anos sofre anomalia rara e é impedido de frequentar a escola pelo próprio professor

Garoto de 8 anos sofre anomalia rara e é impedido de frequentar a escola pelo próprio professor

Um garoto de apenas 8 anos está sofrendo grave preconceito por sua condição.

Ele foi afastado de sua escola depois que suas mãos cresceram descontroladamente. Kaleem é impedido de fazer diversas atividades básicas do cotidiano, até mesmo as mais simples, como amarrar o cadarço do seu sapato ou se alimentar corretamente.

Uma de suas mãos possui mais de 45 centímetros. As mãos, em proporções gigantes, pesam 8kg cada. Devido a diversas intimidações, ele foi obrigado a abandonar os estudos.

Kaleem, que vive na Índia, disse: “Eu não vou para a escola porque o professor disse que as outras crianças têm medo das minhas mãos. Muitos deles já me intimidaram pela minha deformidade.

Eles dizem: ‘vamos bater nesse garoto de mãos grandes’. Alguns deles já me bateram, correndo atrás de mim várias vezes”.

Ele disse também que é muito difícil colocar suas roupas, abotoar um botão ou simplesmente vestir suas calças. Seus pais têm procurando ajuda para o filho, que nasceu com as mãos levemente maiores do que o comum e começou a crescer descontroladamente.

Infelizmente, seu pai ganha menos de R$ 60 por mês como operário de construção, e não sabe o que fazer para proporcionar ao garoto ajuda médica.

“Quando ele nasceu sua mão estava o dobro do tamanho normal. Suas mãos eram grandes e os dedos um pouco mais longos. Inicialmente os punhos eram pequenos, mas eles começaram a crescer e os dedos acompanharam o crescimento”, disse Haleema, sua mãe de 27 anos.

“Nós queremos levá-lo ao hospital, mas houve momentos que tínhamos tão pouco dinheiro que precisávamos pedir esmolas”.

Um médico da região, ao saber da história, comentou que as causas da deformidade é desconhecida, mas pode ser um linfangioma ou hamartoma.

A família espera que a exposição de seu sofrimento na mídia possa atrair a atenção internacional para que algum médico ou cirurgião resolva tratá-lo, gratuitamente.





Fonte: Jornal Ciencia