Moda sangrenta: chineses usam métodos cruéis para matar raposas dentro de fábricas de peles

Moda sangrenta: chineses usam métodos cruéis para matar raposas dentro de fábricas de peles

Muitos animais são espancados e escalpelados ainda com vida

Milhares de raposas são mortas todos os anos para suprir a demanda por roupas de pele do mercado global de moda. Na China, muitos desses animais são sacrificados de formas cruéis, em fazendas que se tornam grandes matadouros nos meses que antecedem o inverno.

Alguns métodos, como o de quebrar o pescoço ou esmagar a cabeça dos animais, fazem com que a morte seja praticamente instantânea; outras técnicas, no entanto, causam um longo período de sofrimento, como quando as raposas ainda vivas têm a pele arrancada e são penduradas em estacas de pau.

Durante nove meses, os animais são mantidos dentro de pequenas gaiolas em fazendas chinesas, aguardando a chegada do outono, época em que elas são sacrificadas para suprir a demanda das coleções de inverno. As peles são enviadas a diversas partes do mundo, para se transformar em caros chapéus e casacos.

Muitos animais passam por dolorosos processos de retirada da pele e agonizam durante cerca de dez minutos antes de morrer, dizem ativistas.

Quando a pele é finalmente retirada, a cabeça e o corpo esfolado dos animais são jogados em pilhas de carcaças. Os donos das fazendas alegam que a demanda mundial por pele é tão grande que eles não têm condições de realizar métodos menos cruéis.

Moradores próximos aos matadouros dizem que o cheiro da morte paira no ar, enquanto os gritos de dor das raposas assustam as crianças e podem ser ouvidos dia e noite.

Todas as imagens são da fazenda Lanhu, na Província de Jilin, no nordeste da China, de acordo com informações do tabloide britânico Daily Mail.

On Kung, dono do local, disse que gasta cerca de R$ 110 (30 libras) para criar uma raposa durante nove meses antes do sacrifício. Ele recebe R$ 220 (60 libras) por cada animal morto.

A maior parte das fazendas tem em torno de 200 a 300 animais.

Fonte: r7