Modelo brasileiro pode ir a júri popular por estrangular noiva

Modelo brasileiro pode ir a júri popular por estrangular noiva

Rômulo e Thais planejam se casar e continuar a vida na cidade novaiorquina

O modelo brasileiro Rômulo Pires da Silva foi notícia na imprensa internacional nessa terça-feira (22), já que pode ir à júri popular sob as acusações de estrangulamento e prisão domiciliar por sua noiva, Thais Oliveira, embora ela tenha retirado todas as acusações. A agressão aconteceu em junho e, desde então, promotores públicos estão acusando Rômulo, natural de Brasília (DF), de apertar o pescoço, morder e encarcerar sua noiva no apartamento do casal, na West 31st St., em Manhattan. ?O público está considerando acusá-lo de tentativa de estrangulamento?, disse o promotor público assistente Timothy Duda ao jornal New York Post. Rômulo conheceu a namorada no Brasil, quando competiam num concurso de moda há nove anos. Mais velho de quatro filhos, Silva foi criado por mãe solteira e só entrou na competição porque foi abordado por um "olheiro" de uma agência - ele trabalhava numa oficina de carros na época. Depois de três meses, ele se mudou para a Itália e atualmente está no casting da agência Wilhemina Models.

Jeffrey Chabrowe, advogado de defesa de Rômulo, disse ao NY Post que o Ministério Público está pensando em colocar o caso num júri popular sem a presença de Thais. "Ela não quer prestar queixa e eles (autoridades) sequer permitem que eles fiquem juntos. Eles se conhecem há nove anos sem quaisquer incidentes anteriores", disse Jeffrey. "Ambos declararam que foi ela que o atacou e qualquer ferimento que, por ventura, ela tenha sofrido foi consequência dele ter tentado se defender e ambos disseram isso aos policiais e promotores públicos. Rômulo e Thais planejam se casar e continuar a vida na cidade novaiorquina?, completou o advogado. Thais é modelo de marcas como a Guess e representada pela One Management, que também representa a alemã Cláudia Schiffer. Silva foi acusado de agressão física, estrangulamento, assédio e cárcere ilegal, durante o provável ataque à noiva.

Fonte: Época