Policial que matou família havia filmado estupro da própria mulher

Policial que matou família havia filmado estupro da própria mulher

Homem matou sua mulher, seus dois filhos, sua sogra e se suicidou. Nos últimos dois anos, ele havia filmado o estupro de sua mulher por 5 vezes.

Um policial que matou sua mulher, seus dois filhos, sua sogra e se suicidou em seguida em janeiro deste ano nos Estados Unidos havia recebido mensagens de sua mulher algumas horas antes do crime nas quais ela ameaçava deixá-lo e confrontá-lo pelos estupros que ele havia cometido contra ela.

Segundo investigações da polícia de Utah, Joshua Boren e sua mulher trocaram mensagens de texto raivosas horas antes das mortes. Nelas, Kelly Boren confrontava seu marido sobre os estupros sofridos por ela ? um terapeuta que atendia a família disse à polícia que o policial havia drogado sua mulher e gravado a agressão por pelo menos cinco vezes.

Kelly só soube dos estupros ao descobrir as gravações em 2013. Ela contou a alguns amigos, mas não denunciou o marido, pois não queria que sua carreira como policial fosse arruinada.

Na noite antes de sua morte, Kelly recuperou o assunto das agressões. ?Eu odeio minha vida por sua causa. Você matou uma parte de mim?, disse a mulher em uma mensagem para o marido. Na época, os dois já estavam separados a algum tempo.

Na manhã seguinte, a mulher disse a Joshua que iria levar os filhos do casal, no que o homem respondeu: ?Não envolva as crianças, elas são inocentes?.

Abalado, ele foi até a mulher e a matou a tiros, assim como seus dois filhos, de 7 e 5 anos, e sua sogra. Em seguida, se matou, utilizando sua arma usada no trabalho como policial.

Um relatório da polícia indica que Joshua foi abusado sexualmente quando criança, teve problemas com drogas na adolescência e tinha um vício em pornografia, além de uma relação doentia com sua mãe, a quem odiava. Seu pai cometeu suicídio quando ele tinha 5 anos, e depois disso sua mãe passou a usar drogas e sair com vários homens. Um deles seria responsável pelo abuso sofrido pelo policial na infância.

Fonte: G1