Condenada professora britânica apaixonada por aluna de 15 anos

Condenada professora britânica apaixonada por aluna de 15 anos

Louise Yeoman, 29, disse que se apaixonou de verdade durante os 14 meses em que se envolveu com aluna na Inglaterra.

Uma professora de escola secundária foi condenada à prisão na Grã-Bretanha por ter mantidor um relacionamento amoroso com uma de suas alunas por mais de um ano.

Louise Yeoman, de 29 anos, se envolveu durante 14 meses com uma de suas alunas da escola de Wakefield, no condado de Yorkshire, no norte da Inglaterra.

Segundo o jornal "Yorkshire Evening Post", as duas se aproximaram quando a adolescente procurou a professora de inglês para resolver questões relativas ao dever de casa, em 2009.

A garota, que tinha 15 anos na época, começou a frequentar a casa da professora, onde ambas tiveram relações sexuais consensuais, de acordo com a versão apresentada na Corte da cidade de Leeds.

No começo deste ano, colegas descobriram mensagens amorosas da aluna no telefone celular da professora.

Segundo o advogado de defesa, Jon Wilkinson, a mulher se sentia "solitária" e se apaixonou verdadeiramente pela aluna.

"Ela era sexualmente imatura. Ela entende perfeitamente que o que fez foi errado. Está bem claro que ela queria chamar atenção", alegou o advogado, segundo declarações reproduzidas na imprensa britânica.

Louise Yeoman foi condenada a 20 meses de prisão, teve seu nome colocado no registro de crimes sexuais por dez anos, e foi proibida de ter contato com a aluna ou trabalhar com crianças.

"A senhora era a professora, ela era a aluna. A senhora era a responsável por preservar as fronteiras", declarou o juiz do caso, Adrian Waterman, ao proferir a sentença.

"Quaisquer que fossem os seus sentimentos, não era o caso de amor e de um relacionamento normal. Quaisquer que fossem os sentimentos dela pela senhora, fossem causados pela senhora ou gerados de forma espontânea, a senhora não deveria ter respondido a eles da forma como o fez."

"Foi uma violação. A senhora abusou dela."

Fonte: g1, www.g1.com.br