Van que ia para evento é interceptada, e três modelos são executadas em ponte

Van que ia para evento é interceptada, e três modelos são executadas em ponte

Segundo a polícia, as modelos estavam em uma van com 11 pessoas

Três modelos foram assassinadas a tiros, em Tegucigalpa, capital de Honduras, na manhã do último domingo. Alma Mariela Vargas, de 28 anos, Madelyn Ramirez Zambrano, de 21, e Blanca Velasquez Alejandra Mejia, de 20, que trabalhavam em eventos empresariais, estavam a caminho de um trabalho, quando foram abordadas por homens armados em uma ponte, em Valle de Angeles. Elas foram obrigadas a deixar o veículo onde estavam e a se deitar na rua, antes de serem baleadas. As informações são do jornal Daily Mail.

Segundo a polícia, as modelos estavam em uma van com 11 pessoas. O evento do qual as jovens participaram era de uma empresa de embalagem de bebidas. O veículo delas foi interceptado pelos suspeitos e obrigado a parar. Três homens armados, então, entraram no carro e tiraram de lá as modelos que, em seguida, foram assassinadas. Outras duas pessoas - um homem e uma mulher ainda não identificados, que estavam no carro - ficaram feridos e foram encaminhados para um hospital da região.

Os criminosos, que ainda não foram localizados, estavam a bordo de um carro e uma moto. Eles fugiram. A motivação dos homicídios ainda é desconhecida. Na cena do crime foram encontradas 15 cápsulas de bala.


O porta-voz do Ministério da Segurança, Leonel Sauceda, disse que antes de matarem as jovens, os criminosos perguntaram o nome de uma delas. “Primeiro, eles atiraram na menina que procuravam e, depois, nas outras duas”, disse o oficial.

Dias antes do triplo homicídio, as vítimas haviam solicitado ajuda policial, pois haviam sofrido uma tentativa de sequestro e temiam sofrer um atentado.

Segundo o jornal La Tribuna, os agentes investigam ainda se as jovens poderiam ter relações com o tráfico de drogas colombiano. No momento, de acordo com Sauceda, ainda não foi comprovado o envolvimento das modelos com qualquer tipo de atividade criminosa. 

Fonte: extra