Mais de 400 pessoas são atendidas durante mutirão

Este foi o primeiro de uma sequência de mutirões que devem acontecer

Pacientes que há meses esperavam por uma consulta no Sistema Único de Saúde de Teresina foram atendidos no último sábado (15), durante o primeiro mutirão do ano, que aconteceu no Hospital Lineu Araújo, no centro de Teresina. Foram atendidos mais de 400 pacientes em diversas especialidades.

Esse foi o primeiro de uma sequência de mutirões que devem acontecer a partir de agora, com o objetivo de desafogar as filas de espera da SUS, na capital.

?Nós demos prioridade às especialidades mais procuradas e que tem um número de médicos menor. Elas consequentemente são as que registram as maiores filas?, afirmou o secretário de Saúde de Teresina, Noé Fortes.

Os pacientes que foram ao Lineu Araújo, no último sábado, são aqueles oriundos das Unidades Básicas de Saúde, presentes nos bairros da cidade. Eles já possuíam consultas pre-agendadas e foram chamados a comparecer ao hospital. Esse foi o caso de Raimunda Ferreira Portela.

Ela conta que desde dezembro do ano passado estava com a consulta pre-agendada e esperava por uma atendimento médico. ?Essa é a segunda vez que participo de mutirões desse tipo e acho muito proveitoso, pois agiliza o nosso atendimento?, pontuou.

As consultas foram realizadas nas especialidades de Neuropediatria, Neurologia, Otorrinolaringologia e Ortopedia, com participação de uma equipe multidisciplinar incluindo médicos, enfermeiros, atendentes e outros profissionais da saúde do município. ?Ainda não definimos se esses mutirões acontecerão uma vez por mês ou a cada dois meses, mas eles sempre acontecerão a partir de agora?, garantiu o secretário de Saúde.

Além das 407 pessoas que foram chamadas a comparecerem ao mutirão, muitas outras se dirigiram ao Lineu Araújo para conseguir um atendimento. Noé Fortes afirmou que, em caso de sobrarem vagas, quem não foi agendado, também poderá ser atendido.

?Nós chamamos as 407 pessoas da fila de espera, que já estavam pre-agendadas, mas muitas não comparecem e com isso abre vagas para as outras que foram ao hospital?, pontuou.

Fonte: Pollyana Carvalho