Menina de quatro anos sofre com doença rara e até mesmo uma brisa pode derrubá-la

Menina de quatro anos sofre com doença rara e até mesmo uma brisa pode derrubá-la

Abbi foi diagnosticada com a condição, chamada de Distrofia Muscular Congênita de Ullrich.

Uma menina britânica de quatro anos tem uma condição genética rara que a torna tão frágil que mesmo uma brisa pode derrubá-la. A pequena Abbi Bennett, de Birmingham, sofre de uma doença que gasta seus músculos e afeta apenas um em um milhão de bebês. Isso significa que, de acordo com o jornal britânico Daily Mail, mesmo que ela possa caminhar um pouco, o toque mais suave pode fazê-la cair.

Em uma ocasião, a menina estava com a mãe em um supermercado e foi "levada" por uma brisa.

"Não pude acreditar quando ela caiu. Coloquei-a no chão por alguns segundos para pegar minha bolsa no carro quando veio o vento", conta a mãe, Sarah Bennett, 32 anos. Em outra vez, Abbi caiu e sangrou ao bater a cabeça no chão. "Fiquei chocada com a facilidade que ela caiu, isso a deixou com muito medo de vento por um tempo", disse.

Abbi foi diagnosticada com a condição, chamada de Distrofia Muscular Congênita de Ullrich (UCMD, na sigla em inglês), quando tinha dois anos de idade. A doença não apenas deixa a criança frágil, mas causa distrofia nas articulações das mãos e dos pés. Além disso, Abbi sofre de uma curvatura na espinha e fraqueza respiratória.

Sarah, que também é mãe de mais três meninas, disse que sabia que tinha algo errado só de observar Abbi. "Ela era muito flexível, e agora sabemos que isso é um dos sintomas da doença", conta. Outras pistas que os pais tiveram foi que a menina não conseguia "segurar" o peso do próprio corpo conforme crescia.

Em alguns anos, Abbi terá que se locomover apenas com cadeira de rodas, pois seus músculos não conseguirão mais se sustentar sozinhos. Além disso, problemas respiratórios serão constantes. "Não existe cura no momento para a condição de Abbi por que pouco se sabe sobre ela. Mas existe um "ensaio" de tratamento da doença que será investigado", afirmou Sarah.

Fonte: Terra