Na luta contra as drogas, Fazenda da Paz realiza 1ª Oficina de Bonsai

A Oficina contou com a participação do bonsaísta e atual Presidente da ANB

Desde 2012, a Fazenda da Paz desenvolve um trabalho voluntário denominado “Bonsai da Paz”. Através da arte/ciência, a unidade se propõe a repassar informações sobre a miniaturização de árvores e ainda desenvolver características do bonsaísta, como a paciência, observação, disciplina, amor à natureza, dentre outros. Para celebrar os bons resultados do Projeto Bonsai da Paz, foi realizada ontem (06) a 1ª Oficina Bonsai da Paz, na Comunidade Terapêutica Luz e Vida, localizada na estrada a Cacimba Velha.

O Bonsai da Paz tem sido um grande aliado na luta contra as drogas, já que a técnica desperta nas pessoas o prazer de interagir com a natureza, a alegria de criar e o desejo de aprender. A arte/ciência do Bonsai é uma técnica milenar onde mais do que plantar em um jarro a árvore mesma deve ser uma réplica de uma árvore da natureza em miniatura, onde são estimulados os padrões de crescimento e os efeitos da gravidade sobre os galhos através de técnicas especializadas.

A Oficina contou com a participação do bonsaísta e atual Presidente da ANB – Associação Nordestina de Bonsai, Sergivaldo Costa. Na ocasião, ele proferiu palestra sobre os conceitos básicos do Bonsai e destacou sua importância. “A arte de cultivar árvores em bandejas ou vasos existe há mais de 2 mil anos. Quem pratica desenvolve habilidades como a paciência, amor à natureza, respeito ao próximo, observação. e ainda serve como terapia ocupacional”, disse o presidente.

A introdução do Bonsai na Fazenda da Paz tem amadurecido como uma Terapia e hoje a unidade é a primeira Comunidade Terapêutica no Brasil, da qual se tem conhecimento, que utiliza o Bonsai como terapia na luta contra as drogas. De acordo com Célio Luiz Barbosa, coordenador geral da Fazenda da Paz, o Bonsai é e será para sempre uma transformação no tratamento terapêutico. “O Bonsai complementou o plano terapêutico da Fazenda da Paz. Ele preencheu o vazio que aqui existia”, declarou.

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Fonte: Lindalva Miranda e Aline Damasceno - Jornal MN