‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio

As mulheres, tem aproximadamente 25 anos

A abertura de países europeus para a entrada de imigrantes sírios vem levantando questões complexas. Na Suécia, casos de imigrantes assediando sexualmente mulheres em piscinas públicas levaram um grupo de jovens a se unir para patrulhar os locais.

As mulheres, tem aproximadamente 25 anos, relatam que muitas vezes as vítimas têm medo ou vergonha de se manifestar contra os abusadores, e por isso elas decidiram tentar ajudar.

O grupo monitora as piscinas públicas de Kalmar, com o objetivo de “mostrar a esses garotos que eles precisam aprender a se comportar. Estamos cansadas de homens achando que podem vir para a Suécia e se aproveitar das mulheres. Só queremos nadar sem sentir medo”, completa.

Segundo Ella Sjoberg, “quando eu tinha 16 anos, sempre havia homens mais velhos nos olhando de forma assustadora. Mas para as adolescentes de hoje é ainda pior. Elas são cercadas por grupos de garotos, o que é totalmente desrespeitoso e aterrorizante”.


‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio (Crédito: Reprodução)
‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio (Crédito: Reprodução)
‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio (Crédito: Reprodução)
‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio (Crédito: Reprodução)
‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio (Crédito: Reprodução)
‘Patrulheiras de biquini’ fiscalizam piscinas para coibir assédio (Crédito: Reprodução)
Fonte: Com informações do Hypeness