"Pegas" tiram o sossego de moradores do Saci

"Pegas" tiram o sossego de moradores do Saci

Os moradores se sentem incomodados e preocupados.

Os “pegas”, mais conhecidos por “cavalos de pau”, ainda existem e infernizam a vida de muita gente, principalmente de pessoas idosas, que sofrem com problemas de saúde, precisam dormir mais cedo, enfim, os “pegas” causam desassossego e perigo de acidentes.

Por isso, os moradores da rua asfaltada, que divide o bairro Saci do Conjunto Velho Monge, nas proximidades da parada final de ônibus do bairro Saci, solicitam uma providência cabível, da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Teresina (Strans), para coibir os “pegas”, realizados no referido trecho da rua, e praticados principalmente durante as madrugadas.

Os moradores se sentem incomodados e preocupados. Eles dizem não saber quem pratica os cavalos de pau, porque são motoristas que se aproveitam do espaço do asfalto, talvez apenas quando trafegam pelo local e ou que vão ao lugar só para a prática dos pegas e vão embora, desaparecem, sem que ninguém saiba de quem se trata.

“A gente acorda com o barulho dos carros ou de um só carro e mesmo que a gente saia na porta, não consegue ver quem é que faz isso, porque eles dão o calo de pau e vão embora, muito rápido”, comenta o morador Lucídio da Costa Carvalho, residente no local.

Ele diz ainda que a frequência não é diária nem semanal ou todo final de semana, mas acontecem e põem em perigo a vida de transeuntes e até de quem está dormindo, porque acorda sobressaltado com o barulho e a impressão é a de que os carros vão invadir as residências.

Ele conta que há cerca de um mês, um veículo não identificado, deu o cavalo de pau, em plena tarde de um sábado e subiu a calçada dele e também a calçada da praça, existente nas proximidades.

“Já pensou se numa hora dessas vem outro carro ou mesmo uma pessoa de moto, bicicleta ou mesmo a pé, vão passando e são surpreendidos com O local da praça onde eles subiram e por pouco não derrubaram o banco, está sempre cheio de crianças”, observa.

Fonte: Lindalva Miranda