Caso Vanessa completa um mês e suspeitos continuam soltos

Caso Vanessa completa um mês e suspeitos continuam soltos

Supervisora de vendas foi assassinada na Grande São Paulo

O assassinato da supervisora de vendas Vanessa Vasconcelos completa um mês neste sábado (12) e os suspeitos de terem cometido o crime continuam soltos. Dois retratos falados já foram divulgados pela polícia. Destes, o único que teve sua identidade revelada foi Edson Bezerra Gouveia, de 35 anos.

Segundo o delegado Zacarias Tadros, responsável pelas investigações, o suspeito morava em uma casa próxima a da vítima. O homem, que já teve o apelido de Buda, é conhecido atualmente como Gigante, pois tem 2,03 m. Segundo a polícia, Vanessa conhecia o suspeito "de vista" e ele andava à espreita dela.

O delegado disse ainda que o suspeito seria viciado em crack. No dia do crime, testemunhas informaram que ele tinha machucados no braço e que estaria bastante transtornado. Uma testemunha do caso afirmou que ele confessou ter cometido o crime.

A polícia concentrou as buscas pelos suspeitos na Grande São Paulo. De acordo com as investigações, eles foram para Araraquara, cidade a 273 km de São Paulo, no dia 15 de fevereiro e pretendiam chegar ao Paraguai. Na cidade, porém, eles brigaram e teriam se separado.

A supervisora saiu de Barueri, na Grande São Paulo, às 8h do último dia 12 para encontrar as amigas em um posto de gasolina na Raposo Tavares, mas não chegou ao local combinado.

Na mesma tarde, o carro em que a supervisora estava foi encontrado abandonado. O banco traseiro tinha sinais de fogo. Como o veículo era do noivo dela, ele foi o primeiro a ser comunicado sobre o abandono do veículo. Depois, a família registrou um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de Vanessa.

O corpo da jovem foi localizado no domingo (13) em Cotia. Segundo a Polícia Civil, a vítima tinha muitos ferimentos no rosto e estava seminua. O laudo do IML (Instituto Médico Legal) apontou que Vanessa tinha foi morta por esganadura e seu corpo tinha sinais de espancamento e estupro. A poucos metros de onde o corpo estava, a polícia apreendeu um preservativo e duas embalagens.

Fonte: R7, www.r7.com