Caso Vanessa: detido é liberado e passa por reconhecimento

Caso Vanessa: detido é liberado e passa por reconhecimento

O corpo de Vanessa foi encontrado por amigos na noite do dia 13 em um matagal próximo à rodovia

O homem que tinha sido detido na última quarta-feira (23) sob suspeita de envolvimento na morte da promotora de vendas Vanessa de Vasconcelos Duarte, 25, foi liberado pela polícia por não ter tido confirmação de sua participação. Entretanto, as testemunhas do crime deverão fazer o reconhecimento dele ainda nesta sexta.

Por meio da SSP (Secretaria de Segurança Pública), o delegado Zacarias Tadros afirmou que o reconhecimento será feito fora da delegacia de Santana de Paranaíba, onde o caso é investigado. Ele ainda destacou que as características do homem são compatíveis com o retrato falado de um dos suspeitos.

O corpo de Vanessa foi encontrado por amigos na noite do dia 13 em um matagal próximo à rodovia Raposo Tavares, em Vargem Grande Paulista, na Grande SP, após eles avistarem um broche, um colar e uma cinta da jovem.

Após o crime, a polícia chegou a divulgar o retrato de falado de dois suspeitos de participação no crime e apontou a identidade de um deles, que seria Edson Bezerra Gouveia, 35, conhecido como Buda.

CRIME

Segundo o delegado responsável pelo caso, Zacarias Tadros, o crime foi premeditado e o objetivo era estuprar a jovem. Ele afirmou que o suspeito monitorava e seguia Vanessa já havia algum tempo e que ela foi sequestrada assim que deixou sua casa.

Um preservativo e duas embalagens vazias foram encontradas perto do local em que estava o corpo e passarão por perícia, segundo informação da Secretaria de Segurança Pública.

O laudo do IML (Instituto Médico Legal) de Cotia (Grande São Paulo) sobre a causa da morte de Vanessa apontou que ela morreu asfixiada após sofrer abuso sexual e ser espancada.

A asfixia foi provocada por estrangulamento e pela obstrução da boca por um absorvente feminino. O laudo também apontou traumatismo craniano, hematomas em diversas partes do corpo e queimaduras.

Fonte: Folha Online, www.folha.com.br