"Chocadas", diz funcionária de escola que flagrou suspeito de estupro se masturbando

"Chocadas", diz funcionária de escola que flagrou suspeito de estupro se masturbando

O homem foi preso em flagrante. Um pouco antes, ele tentou estuprar uma mulher

Crianças e funcionárias da escola invadida na tarde desta segunda-feira (17) por um homem que começou a se masturbar na frente de todos ficaram bastante assustadas e constrangidas com a situação. O homem, que havia tentado estuprar uma moça em São Vicente, no litoral de São Paulo, invadiu a escola para praticar o ato.

Segundo uma das funcionárias que presenciou a cena, e preferiu não se identificar, várias pessoas correram e trancaram a porta da secretaria. "Vimos o homem se masturbando. Fomos para a secretaria e trancamos a porta. Pouco tempo depois ele foi para outra parte e ficou andando pela escola. Resolvemos chamar a polícia. Ficamos todos chocados", lembra.

O homem foi preso em flagrante. Um pouco antes, ele tentou estuprar uma mulher, mas a vítima conseguiu fugir e acionar a polícia. As funcionárias da escola ficaram assustadas e acharam que ele fosse assaltar o local. Elas contam que o homem entrou no portão que dá acesso à secretaria e ficou observando pela janela.

Logo após ser visto, ele cobriu o rosto, retirou o órgão sexual e começou a se masturbar. Alguns filhos de funcionárias estavam no local. As funcionárias fecharam o guichê de atendimento e, logo depois ele foi embora, mas voltou algum tempo depois e ficou andando em volta do prédio. Quando perceberam que ele estava novamente perto do prédio, a polícia foi acionada.

Segundo a mulher que conseguiu evitar o estupro, o suspeito fez a abordagem enquanto ela ia para o trabalho e colocou as mãos em suas partes íntimas. "Estava andando pelo lado da escola e vi ele vindo. Achei que ele viria para me assaltar, mas ele já veio passando a mão nas minhas partes íntimas. Eu dei uma cotovelada nele e sai correndo. Quando olhei para trás ele estava andando de bicicleta calmamente. Senti muito medo e resolvi chamar a polícia", conta.

Fonte: G1