Homem amarra mulher pelo pescoço e a espanca no meio da rua

A vítima foi identificada como Joelma Brito Floriano

A polícia do Espirito Santo investiga um vídeo que está circulando na internet. As imagens mostram um homem ajoelhado sobre uma mulher, agredindo-a com tapas e ainda amarra uma corda no pescoço dela. O caso ocorreu na quinta-feira (29).

A vítima foi identificada como Joelma Brito Floriano, ela diz que no dia do ocorrido, havia consumido bebida alcóolica: "O motivo não posso dizer porque eu não lembro. Eu gostaria de saber também o porquê. Muita covardia o que ele fez comigo. Se ele é homem, poderia ter batido num homem igual a ele", disse a dona de casa.

Homem amarra mulher pelo pescoço e a espanca no meio da rua  (Crédito: Reprodução)
Homem amarra mulher pelo pescoço e a espanca no meio da rua (Crédito: Reprodução)


O homem que agrediu Joelma é um comerciante na cidade. A família pede justiça. "Na hora que eu vi o vídeo, nem acreditei no que eu estava vendo. Porque hoje nem cachorro a gente faz igual ele fez com ela. O que ele fez não vai ficar impune. Ele tem que pagar pelo que fez", disse a irmã da vítima.

A família da vítima procurou a Polícia Civil nesta semana e registrou a ocorrência. O delegado Daniel Felipe Sampaio Fortes, que investiga o caso, informou que algumas testemunhas e a vítima da agressão já foram ouvidas.

Homem amarra mulher pelo pescoço e a espanca no meio da rua  (Crédito: Reprodução)
Homem amarra mulher pelo pescoço e a espanca no meio da rua (Crédito: Reprodução)


O vídeo teve mais de 300 compartilhamentos e mais de 60 mil visualizações. O fato causou revolta na cidade.

"Parece que ninguém faz nada, ninguém está vendo, ninguém coloca as mãos, ninguém pega ele para tirar ao menos de cima da mulher. Alguém podia chamar a polícia. Se não chamou a polícia, podia pegar ele por trás, duas ou três pessoas, e soltar a mulher. Eu achei uma covardia", afirmou a comerciante Celina Oliveira.

O delegado Daniel Felipe Sampaio Fortes informou que o agressor será ouvido em outro município, por motivos de segurança.

"Preciso entender primeiro o que aconteceu. A vítima não soube explicar. Não sei se ele atuou em defesa ou sem motivação. Dependendo do motivo pelo qual chegou até a agressão vai responder por outras coisas também. Tenho que entender a intenção dele ao amarrá-la”, disse.

Fonte: Com informações do G1