Jornalista da TV portuguesa é achado morto e castrado; namorado é suspeito

O principal suspeito do homicídio , é o modelo português Renato Seabra, 20 anos, companheiro de Castro

O jornalista Carlos Castro, celebridade da TV portuguesa, foi encontrado castrado e morto com sinais de espancamento em um quarto do hotel Intercontinental, na Times Square, em Nova York.

O principal suspeito do homicídio , é o modelo português Renato Seabra, 20 anos, companheiro de Castro que está detido pela polícia neste sábado (8)

Funcionários do Intercontinental disseram à polícia que encontraram o corpo mutilado do jornalista, colunista social de 65 anos, por volta das 19h (horário local) da sexta-feira.

Segundo informações da agência de notícias Associated Press, que cita amigos da família, os dois estavam na cidade desde o final de dezembro para assistir a alguns shows da Brodway e passar a noite de Natal na Times Square.

De acordo com a imprensa portuguesa, Seabra vai continuar em observação psiquiátrica por tempo indeterminado e será posteriormente submetido a interrogatório.

O Sargento Hayes, da polícia de Nova Iorque, diz Seabra foi detido de madrugada num hospital onde "recebida tratamentos" e posteriormente levado para a unidade psiquiátrica do hospital Bellevue, na zona leste de Manhattan, para observação médica.

Seabra se tornou conhecido do público por ter ficado entre os três finalistas do programa caça-talentos da rede portuguesa de notícias SIC "À procura do sonho - Face Model of the Year ".

Luis Pires, editor do jornal "Luso-Americano", nos EUA, disse que sua filha deveria encontrar Castro e Seabra para jantar na sexta-feira, mas o modelo apareceu no lobby do hotel "agindo de maneira estranha".

Pires disse à agência AP que houve algumas discussões entre o casal ao fim da viagem, mas nada que sugerisse que algo tão horrível estivesse para acontecer.

O jornal "New York Post" afirmou que, segundo policiais, Seabra foi a um hospital local com os pulsos cortados na noite de sexta e, de lá, levado para a unidade psiquiátrica.

Fonte: g1, www.g1.com.br