Juíza manda Pato dar R$ 130 mil por mês a Sthefany Brito

O salário anual de Pato, jogador do Milan, na Itália, é estimado em € 3,5milhões

Sthefany Brito conseguiu na Justiça uma pensão mensal de 20% do salário líquido do jogador Alexandre Pato, além do mesmo percentual em todos os ganhos que ele tenha após a decisão. A decisão é da juíza Maria Cristina Brito Lima, da 1ª Vara de Família do Rio de Janeiro.

O salário anual de Pato, jogador do Milan, na Itália, é estimado em ? 3,5milhões (cerca de R$ 7,84 milhões).

A assessoria de imprensa do Tribubal de Justiça explicou que os advogados de Alexandre Pato entraram com ação de oferecimento de alimentos no valor de R$ 5 mil mensais durante um ano. O juiz em exercício na Vara, Antonio Aurélio Abi-Hamia Duarte, deferiu em maio deste ano.

Os advogados de Sthefany, então, entraram como um pedido de recovenção (uma espécie de reformulação), pedindo 20% de todos os ganhos de Pato. No último dia 8, a juíza Maria Cristina concedeu a nova pensão provisória no valor pedido por Sthefany ?sem prejuízo? à decisão anterior, que já dava R$ 5 mil.

Ao entrar com este pedido, Sthefany desistiu de levar o processo para Itália como vinha tentando desde o início. Ao chegar ao Brasil, ela estava disfarçada e usava uma peruca. Seu pai se apressou em frisar que ela apenas "passava férias" no Brasil. Mas como o EGO havia antecipado, ela informou à Justiça recentemente que havia fixado residência no Brasil.

?Decisão absurda?

Para Maria Carolina Abib Cigagna, do escritório de advocacia Cigagna Júnior, de São Paulo, especializado na área de famíllia, a decisão é absurda. ?Não conheço as especificidades do caso, mas em um casamento efêmero, entre pessoas jovens, saudáveis, aptas ao trabalho e sem filhos, é uma decisão bastante absurda", comentou, acrescentando que não é comum a Justiça dar sentenças desse tipo para pessoas saudáveis e que podem retomar o trabalho com facilidade, como é o caso de Sthefany.

?Se o casamento tivesse sido mais por um período mais longo, alguns juízes poderiam determinar uma pensão temporária até ela se recolocar no mercado de trabalho. Mas nesse caso, parece bastante absurrdo?, acrescentou.

Procurado pelo EGO, o advogado da atriz, Ricardo Brajterman, afirmou não estar sabendo da decisão. O advogado de Alexandre Pato, João Paulo Lins e Silva, também foi procurado mas não retornou os contatos da reportagem.

Fonte: Ego, www.ego.com.br