Mãe atirou em filhos à queima-roupa e então se suicidou, diz jornal

Mãe atirou em filhos à queima-roupa e então se suicidou, diz jornal

Tonya Thomas, 33, matou seus quatro filhos, dois com tiros à queima-roupa

Uma mãe do estado da Flórida (EUA) matou seus quatro filhos, dois à queima-roupa, disparando 18 tiros de revólver antes de se matar com outro tiro, de acordo com um relatório médico legista obtido no domingo (20) pelo ?Florida Today?.

O crime aconteceu na terça-feira, 15, numa casa de Port St. John, no Condado de Brevard, uma pequena cidade no estado da Florida e o relatório detalha como Tonya Thomas, 33 realizou as mortes.

"Os tiros foram efetuados a uma distância de contato, ou seja, o cano da arma estava tocando a superfície do corpo," disse o Médico Examinador do Distrito, Dr. Sajid Qaiser. Segundo a polícia, cerca de 36 minutos separam o primeiro do último disparo.

O revólver estava pressionado diretamente sobre o peito de Jaxs Johnson, 15, quando três tiros foram disparados, disse o relatório. Ele foi encontrado no quarto da família.

O filho mais velho, Pebbles Johnson, 17, foi baleado três vezes a mais de dois metros de distância.

Jazzlyn Johnson, 13, foi baleado sete vezes e encontrado no hall de entrada da casa. O relatório disse que dois dos disparos foram efetuados à queima-roupa na área central do tórax.

O filho mais novo, Joel, 12, foi baleado cinco vezes. Três dos tiros foram para o meio do peito e um acertou seu coração, disse o relatório. Seu corpo também foi encontrado no corredor.

As crianças feridas fugiram para a casa de um vizinho e tentaram entrar, mas voltaram para a residência quando Tonya saiu e calmamente pediu a eles que voltassem. Ela disparou os tiros nas crianças, fumou um cigarro e depois se matou, segundo autoridades do Condado de Brevard. Seu corpo foi encontrado em um sofá na garagem. Sua filha mais velha, Pebbles, não chegou a voltar para casa: seu corpo foi encontrado no quintal da frente da casa de um vizinho.

Um agente de segurança infantil que conversou com Thomas semanas antes dos disparos disse que não havia sinais de que as crianças estavam em perigo ou que se sentiam ameaçadas, embora centenas de documentos divulgados por autoridades estaduais detalham uma família atormentada por episódios de violência ao longo dos anos.

Fonte: G1