Matizes cobra investigação de mordaça e execução contra travesti em Teresina

Este é o primeiro assassinato com suspeitas homofóbicas registrado em Teresina pelo grupo Matizes

A presidente do Grupo Matizes, Marinalva Santana, disse que solicitar? a Secretaria de Seguran?a P?blica que o inqu?rito que apura o assassinato do travesti Cristiano seja feito pela Delegacia de Prote??o aos Direitos Humanos e Combate ?s Condutas Discriminat?rias e n?o pelo 8? Distrito Policial (DP).

Segundo ele, o crime contra o travesti tem caracter?sticas de homofobia. Ele foi encontrado com os p?s, m?os amarrados e amorda?ado.

?Pelas caracter?sticas trata-se de um crime homof?bico e deve ser investigado pela Delegacia de Direitos Humanos?, disse Marinalva Santana.

Este ? o primeiro assassinato com suspeitas homof?bicas registrado em Teresina pelo grupo Matizes.

?Tivemos um caso de les?o corporal grave registrada em Regenera??o, mas n?o foi homic?dio?, falou a presidente do Matizes.

ENTENDA O CRIME

O travesti Cristiano, mais conhecido como Xuxa ou Grampola, foi assassinado na madrugada de domingo, 31, dentro de uma barraca de palha, na horta comunicat?ria do Dirceu. O corpo de Cristiano foi encontrado pelo horticultor Severo Laurindo de Sousa, quando foi iniciar seu trabalho de regar as hortali?as.

O corpo de Cristiano foi encontrado com uma morda?a em sua boca, nu e com os bra?os amarrados.

O perito Robson Barbosa do Instituto Criminal?stica informou que o corpo tinha perfura?es no abd?men, nas costas, e ferimentos nas n?degas.

O soldado Renato Rodrigues de Almeida, do 8o Batalh?o da Pol?cia Militar (BPM) disse que o travesti morada na Vila Molambinho, no Dirceu, fazia ponto na regi?o e freq?entava as festas de forr?, promovidas na ?rea da avenida No? Mendes, conhecido como avenida das hortas.

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Fonte: Efrém Ribeiro, Jornal Meio Norte / meionorte.com