Pai de garoto de 13 anos foi o primeiro a morrer, diz polícia

Pai de garoto de 13 anos foi o primeiro a morrer, diz polícia

Ele confirma que o policial da Rota estava dormindo profundamente na hora em que foi atingido.

tagiba Vieira Franco, delegado do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), declarou nesta quarta-feira (7) que a polícia acredita que Luís Eduardo, pai de Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, principal suspeito de assassinar a família e se matar, foi o primeiro a morrer. Ele confirma que o policial da Rota estava dormindo profundamente na hora em que foi atingido.

? Supomos que o policial foi morto primeiro. A mãe correu para a sala e também foi atingida e por último os familiares na casa ao lado.

Ainda de acordo com Franco, agora é necessário aguardar o resultado de alguns laudos para que a investigação seja concluída. Ele declarou também que muitos indícios levam a acreditar que o garoto teria sido o responsável pelo crime.

? Não podemos falar que a investigação está fechada. A investigação prossegue. Temos a nossa linha. Estamos demonstrando aquilo que aconteceu, mas o inquérito não está terminado.

O caso

Um casal de policiais militares e o filho deles, de 13 anos, foram encontrados mortos dentro de casa na noite da segunda-feira (5), por volta das 18h30, na rua Dom Sebastião, no bairro da Brasilândia, zona norte da cidade de São Paulo. A mulher era Andreia Regina Bovo e trabalhava como cabo da PM. O marido dela era o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini.

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As investigações policiais indicam que o adolescente teria matado a família, entre a noite de domingo (4) e a madrugada de segunda (5). Ele teria dirigido o carro da família até a escola onde estuda, a cerca de 5 km da casa.

Uma câmera de segurança da região flagrou o jovem saindo do veículo

Após a aula, ele pegou carona com o melhor amigo. O pai do garoto o deixou na frente de casa. Marcelo teria dito que não havia necessidade de chamar o pai porque ele estava dormindo.

Nesta quarta-feira (7), a polícia irá ouvir familiares, professores e colegas da escola.

Fonte: r7