""Participar de orgias é muito comum entre jogadores de futebol"", diz goleiro Bruno

""Participar de orgias é muito comum entre jogadores de futebol"", diz goleiro Bruno

Nem tudo está sendo festa para ele: os próximos dias devem ser decisivos para Bruno

O goleiro Bruno, do Flamengo, admitiu que participar de orgias é muito comum entre jogadores de futebol. Segundo ele, foi em uma dessas festas que conheceu a estudante Eliza Samudio, que está desaparecida há quase um mês. "Era uma orgia só. Tinha mulher, homem, amigas dela, outros jogadores, uma p... Essas festas são comuns no nosso meio", revelou o goleiro, em entrevista à revista Veja.

Nem tudo está sendo festa para ele: os próximos dias devem ser decisivos para Bruno, considerado o principal suspeito pelo desaparecimento da jovem. Até quarta-feira, o Instituto de Criminalística de Minas Gerais deverá divulgar o resultado do exame de DNA que vai comprovar se o sangue encontrado no porta-malas do carro do jogador é de Eliza, ex-amante e com quem o teria um filho de 4 meses.

A dor de cabeça de Bruno pode começar no Rio. Deve sair nesta segunda-feira o resultado da contraprova da urina de Eliza, coletada há oito meses, e que apontou a presença de substâncias abortivas que, segundo ela, fora obrigada pelo jogador a beber, durante a gravidez. Se for confirmada a presença do abortivo na urina da jovem, Bruno poderá ser denunciado por tentativa de homicídio, já que a queixa foi feita por Eliza, em outubro de 2009.

Pensão de R$ 3,5 mil

Bruno também enfrenta processo de reconhecimento de paternidade na Vara de Família. Apesar de a advogada de Eliza não confirmar valores por uma questão de sigilo processual, as informações passadas por amigas indicam que a jovem teria aceitado o valor oferecido por Bruno, que pagaria uma pensão de cerca de R$ 3,5 mil por mês, apesar dele ganhar salário de R$ 200 mil.

Conversas são evitadas

Dayanne de Souza, esposa de Bruno e com quem ele tem duas filhas, vive em clima de apreensão com parentes. Com medo de que as conversas sejam mal interpretadas, eles estariam evitando falar ao telefone, com receio de possíveis grampos telefônicos. A família acredita que Bruno não tenha envolvimento com o crime e aponta amigo como suspeito.

Fonte: Terra, www.terra.com.br