Tribunal popular do Júri condena acusado de homicídio em José de Freitas à 18 anos e 6 meses

Após quase quatro anos do crime, o acusado sentou no banco dos réus e foi condenado.

Depois de quase doze horas de trabalho realizado na sala das audiências do Fórum Juiz Alberto Veras, o Tribunal Popular do Júri de José de Freitas, condenou nesta terça-feira (3 de Fevereiro), a 18 anos e 6 meses de reclusão, o réu Carlos André Carneiro de Andrade, acusado de assassinar no final do ano de 2011 o desempregado Edvaldo Junior Muniz Cardoso, que era conhecido como “Panzilão”.

O crime aconteceu no dia 4 de Dezembro em frente ao  Clube do Professor, centro desta cidade, durante uma balada. A vítima foi atingida com um tiro no olho que segundo a polícia foi efetuado pelo o condenado Carlos André. Após quase quatro anos do crime, o acusado sentou no banco dos réus e foi condenado.

A acusação foi promovida pelo o representante do Ministério Público Promotor Flavio Teixeira, a defesa do réu foi feita pelo advogado Ezequiel Miranda Dias, o conselho de sentença formado por sete pessoas que representavam a sociedade freitense foi presidido pelo o Juiz da comarca local Lirton Nogueira, que leu a sentença de condenação do réu a 18 anos e 6 meses de prisão.

O advogado Ezequiel Miranda Dias  informou que a tese da defesa foi crime praticado em legitima defesa durante luta corporal, afirmando também que houve falha no julgamento e vai recorrer da sentença, a fim de anular a decisão. Demonstrando satisfação com o resultado do julgamento, o Promotor Flavio Teixeira disse que a sociedade se manifestou e entendeu que o réu é  culpado do crime, havendo a condenação do acusado.

Atualmente o apenado está cumprindo pena em prisão domiciliar devido a um problema de saúde adquirido na penitenciaria onde estava recolhido. Carlos André deverá voltar em breve a sentar novamente no banco dos réus, desta vez, será julgado por uma tentativa de homicídio praticado na Barragem do Bezerro, e tem como vítima o jovem José Ricardo que foi atingido com três tiros disparados  em tese, pelo acusado.


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Fonte: JF Agora