69,2% dos brasileiros têm expectativa positiva para governo Dilma

69,2% dos brasileiros têm expectativa positiva para governo Dilma

A pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas entre os dias 23 e 27 de dezembro

Levantamento da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e do Instituto Sensus, divulgado nesta quarta-feira (29), mostra que a expectativa positiva com relação ao governo da presidente eleita Dilma Rousseff, que toma posse no próximo sábado (1º de janeiro), está em 69,2% -- 27,7% acham que a presidente fará um ótimo governo; e 41,5%, um bom mandato.

Ainda segundo a pesquisa, 17,6% avaliam como regular e 3,7% ruim; 2,7% péssimo no bom desempenho da sucessora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com relação ao andamento da economia, a expectativa é 43,7% acham que o Brasil vai se desenvolver muito nos próximos quatro anos, período do mandato da presidente eleita; 39,8% acreditam que vai haver pouco desenvolvimento e 7,5% acham que não haverá desenvolvimento.

Do ponto de vista social, 43% acham que o país vai se desenvolver muito no mesmo período; 39,8% acham que vai desenvolver pouco e 8% acham que não vai desenvolver.

Para 65% dos entrevistados, o governo Dilma será a continuidade do governo Lula; 26% discordam da possibilidade de ela levar adianta o trabalho do antecessor e 8,5% avaliam que haverá continuidade "em parte" e 3,6% não sabem ou não responderam.

A 110ª edição da pesquisa CNT/Sensus entrevistou duas mil pessoas, em 136 municípios de 24 Estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro de 2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.

A expectativa dos brasileiros em relação ao governo Dilma é parecida com a que os eleitores tinham em novembro de 2002, a dois meses da posse de Lula, que ocorreu em 2003. Segundo a pesquisa CNT/Sensus da época, 71% dos brasileiros tinham uma avaliação positiva do então presidente eleito -- como a margem de erro da pesquisa de 2002 era de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, a avaliação positiva é bem próxima da obtida por Dilma, de 69,2% (veja quadro).



Fonte: UOL