Alckmin e Aécio são xingados por manifestantes na avenida paulista

Eles foram hostilizados por manifestantes na avenida paulista

Após passar um pouco mais de meia hora em ato pró-Dilma, realizado neste domingo (13), na avenida paulista, o governador Geraldo Ackmin e Aécio Neves (MG), ambos do PSDB, foram hostilizados pelos manifestantes.

Segundo a Datafolha a manifestação é o maior ato político ocorrido na cidade, superando inclusive o ato pelas Diretas Já, em 1864. A estimativa é de que R$ 450 mil pessoas estavam presentes às 16h na região da av.Paulista. O número definitivo ainda não foi divulgado.

No protesto, a participação de Alckmin e Aécio durou um pouco mais de 30 minutos.

Ao chegar, numa van, nos fundos do Masp, a dupla foi recebida por xingamentos, como "bundões" e "oportunistas".

Para encobrir esses gritos, um grupo de tucanos puxou o coro de "fora Dilma".

De lá, Aécio, Alckmin e seu séquito seguiram para o caminhão do MBL. A caminhada foi marcada por gritos de "fora".


Aécio e Alckmin são hostilizados em manifestação
Aécio e Alckmin são hostilizados em manifestação


Aécio passou por maior constrangimento quando, ao chegar à tenda do MBL, foi cumprimentar manifestantes:

"Ladrão. Você também é ladrão. Você sabe que também é ladrão", disse um rapaz, enquanto Aécio lhe apertava a mão.

Aécio recuou, conversou com Alckmin e decidiu ir embora, em meio a aplausos e gritos de "fora".

Após deixá-los na van em que chegaram ao ato, Paulinho da Força minimizou a reação a Alckmin e Aécio.

Depois admitiu que há muita rejeição a Alckmin. Logo depois desse comentário, um assessor sussurrou ao ouvido de Paulinho que ele deveria ir embora para evitar problemas.

Fonte: Uol