Debate analisa disputa acirrada por 2ª vaga para o Senado no Piauí

Debate analisa disputa acirrada por 2ª vaga para o Senado no Piauí

Cientistas políticos fazem análise sobre o acirramento na disputa para o Senado

Cientistas políticos fazem análise sobre o acirramento na disputa para o Senado. Em debate promovido pelo Programa Agora nesta sexta-feira(01), Pires Sabóia, Paulo Fontenele e Cléber de Deus discutiram sobre o assunto, respondendo inclusive, aos telespectadores.

No debate, enfatizaram que existe uma preferência sólida desde o ano passado, que coloca Wellington Dias e Mão Santa como os mais cotados no momento. " Mesmo com essa tendência há mais de um ano, é imprevisível dizer quem leva a segunda vaga", diz o cientista Cléber de Deus.

Para Pires Sabóia, o prestígio e o carismo de Mão Santa, superou o fato de o mesmo ter saído do PMDB para um partido quase inesxistente no Piauí, o PSC. " Isso não alterou a força de Mão Santa. É uma espécie de voto legitimamente popular", disse ele.

Os participantes também frisaram que Mão Santa está sem liderança e fez a sua campanha "franciscana", mas apesar disso se manteve nas pesquisas perdendo apenas para Wellington Dias, que era o governador e tinha mais visibilidade.

Sobre os demais candidatos:

Ciro Nogueira - " A campanha de Ciro decolou agora na reta final. O fato de o Palácio do Planalto demonstrar interesse em ter Ciro no Senado, influenciou bastante. O Ministro das Relações Institucionais Alexandre Padilha, inclusive, gravou pedido de voto a Ciro Nogueira", disse Paulo Fontenele.

Heráclito Fortes - " O senador esteve em outras disputas em quarto lugar e em cima da hora deu um pulo para o primeiro lugar, mas não podemos esquecer que ele tinha a força do Democratas que na época estava forte. Tudo poderá acontecer", disse o cientista Cléber de Deus.

Antonio José Medeiros - " O crescimento do professor Antonio José se deve ao fato de Wellington Dias ter aparecido nos últimos dias pedindo voto para Medeiros juntamente com o presidente Lula", disse Pires Sabóia.

Fonte: Marcos Moraes