Estado terá controle de qualidade para as empresas das PPPs

A ação suplantou as maiores dúvidas da população

O trabalho direcionado à concretização das Parcerias Público-Privadas (PPPs) no Piauí ganhou novos contornos no início da noite da última terça-feira, dia 18, com a realização de uma audiência pública em prol da implantação da modalidade nos principais terminais rodoviários piauienses: Teresina, Picos e Floriano.

A ação suplantou as maiores dúvidas da população e dos demais entes da sociedade desenvolvendo o diálogo em prol das diretrizes que nortearão o projeto no Piauí, que inicialmente demandará investimento de cerca de R$ 6 milhões.

Com o final de mais uma etapa, a formalização da PPP dependerá da aprovação do Legislativo; com isso, a previsão é que até outubro as primeiras intervenções já comecem a ser realizadas nas centrais de passageiros.

Por intermédio dos resultados obtidos através da discussão, o secretário de Governo, Merlong Solano, indicou para a atenção que a gestão terá com o andamento das obras e a administração dos terminais, prospectando o respeito ao projeto e à qualidade objetivada no limiar do acordo.

“Estamos trabalhando para que possamos trazer o parceiro que possa prestar o melhor serviço para a população. Com um padrão de qualidade que vai ser controlado pelo Estado”, indicou.

Através desse indicativo, o gestor impôs para o máximo alcance das vantagens da parceria. “A ideia é de utilizarmos da melhor maneira as possibilidades que o marco regulatório das PPPs oferece para a sociedade”, disse.

ESCLARECIMENTO - Responsável pela superintendência de parcerias e concessões, Viviane Moura diferenciou privatização de concessão, desmistificando qualquer polêmica em torno da questão.

“O modelo que o Estado quer adotar busca a melhor gestão, com manutenção e reforma do imóvel, e devolução dos terminais após os 25 anos do contrato.

Se fosse uma privatização, o Estado venderia o terminal, não poderia fiscalizar a gestão e o patrimônio jamais voltaria para o poder público”, detalhou.

Fonte: Francy Teixeira