Governador visitou obras da ponte do Mocambinho

Orçada em R$ 15.674.826,80, recursos do Governo do Estado, a ponte era uma reivindicação antiga da comunidade que mora na região.

O governador Wilson Martins visitou, na manhã desta quarta-feira, 14, as obras da nova ponte sobre o Rio Poti que liga os bairros Mocambinho e Pedra Mole. Orçada em R$ 15.674.826,80, recursos do Governo do Estado, a ponte era uma reivindicação antiga da comunidade que mora na região.

Ao chegar, o governador fez questão de vistoriar e conhecer de perto toda a estrutura de composição da nova ponte. Acompanhado de secretários estaduais, vereadores e lideranças comunitárias, Martins visitou ainda o canteiro de obras e o local exato onde a ponte está sendo construída.

?Essa é uma obra há muito tempo sonhada por essa região e era, de fato, uma necessidade fazer essa ligação entre o Mocambinho e o bairro Pedra Mole. Aqui estamos investindo mais de R$ 15 milhões e agradeço ao deputado Flávio Nogueira que até bem pouco tempo foi secretário das Cidades e articulador para a realização dessa obra que caminha a passos largos?, disse.

De fato, a obra acontece em ritmo acelerado. ?Essa é uma obra que foi bem planejada, teve prazo para começar e para ser concluída. É uma ponte que vai ligar dois bairros já bastante populosos. Você imagina a importância de ter aqui duas pistas de rolamento com 190 metros de comprimento e quase 14 metros de largura. Isso vem para atender os reclames e a necessidade do povo do Piauí?, completou.

Segundo o engenheiro Lourival Parente, profissional que há mais de 40 anos trabalha nessa área e participa da construção da ponte, chegou a afirmar que, com as placas de pré-moldados já feitas e dispostas no local, além da construção dos blocos de sustentação já em andamento, cerca de 70% da obra já está concluída.

De acordo com o engenheiro, essa é uma obra complexa, não é uma obra simples, pois terá que trabalhar dentro do rio. No passado, as normas do Meio Ambiente permitia o aterro dentro do rio e trabalhar em seco. ?Hoje nem pensamos nessa possibilidade. Por isso teremos que trabalhar com cautela. Ao todo, seis blocos de concreto serão construídos, dois em seco e quatro dentro d?água. As estacas ficarão 26 metros encravadas abaixo do leito do rio para evitar qualquer problema. Isso vai nos dá mais segurança e o trabalho seguinte será fazer e executar os blocos?, explicou.

Fonte: CCOM