Governo vai apresentar o primeiro balanço do PAC após saída da ministra Dilma Rousseff

Governo vai apresentar o primeiro balanço do PAC após saída da ministra Dilma Rousseff

Esse é o 10º balanço do programa, principal carro-chefe de investimentos em infraestrutura

O governo apresenta nesta quarta-feira (2) novo balanço do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), principal carro-chefe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de investimentos em infraestrutura.

Esse é o 10º balanço do programa e o primeiro da era pós-Dilma Rousseff, que deixou a Casa Civil para disputar a Presidência pelo PT. No lugar de Dilma, chamada por Lula de ?mãe do PAC?, quem apresenta o balanço é Miriam Belchior, subchefe da pasta e responsável pela coordenação do programa.

Erenice Guerra, braço direito da petista que agora comanda o ministério, também participa do evento, assim como o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Também estarão presentes o ministro das Cidades, Marcio Fortes, o ministro dos Transportes, Paulo Sergio Passos, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimermann, o ministro da Integração Nacional, João Reis Santana Filho, o ministro da Secretaria Especial de Portos, Pedro Brito, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.

O PAC é cercado de críticas e polêmicas. Às vésperas de Dilma deixar a Casa Civil, Lula lançou a segunda etapa do programa no fim de merco. Habitação e saneamento básico são as áreas prioritárias do chamado PAC 2, que terá investimentos de cerca de R$ 1 trilhão entre 2011 e 2014.

O modelo dos projetos nas áreas de habitação e saneamento será o mesmo do usado na primeira versão do PAC: recursos da união administrados por Estados e municípios, que também entram com parte dos investimentos.

O primeiro PAC foi lançado Lula no começo do segundo mandato de Lula, em janeiro de 2007, com previsão de investimentos até 2010. Segundo balanço de três anos apresentado pela Casa Civil em fevereiro, os investimentos somavam R$ 403, bilhões, com 40,3% das ações previstas concluídas.

Fonte: R7, www.r7.com