Lula comemora o resultado do crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2010

Lula comemora o resultado do crescimento do PIB no primeiro trimestre de 2010

Brasil “merecia e precisava” dessa expansão da economia, disse.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou nesta terça-feira (8) o resultado de crescimento de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano em comparação aos três últimos meses de 2009. Em relação aos três primeiros meses do ano passado, a expansão foi de 9%. Segundo Lula, o Brasil vive um ?momento de ouro? e ?merece? o resultado positivo.

?Penso que nós vivemos um momento de ouro nesse país. Acabo de receber a informação de que o PIB nesse primeiro trimestre foi de 2,7%, anualizado dá um PIB de 9%, o que é um crescimento exuberante. Acho que o Brasil merecia e precisava disso?, disse Lula, em Fortaleza, durante a comemoração dos cinco anos do programa de micro-crédito rural Agroamigo.

Lula lembrou que foi amplamente criticado quando disse, no final de 2008, que a crise financeira internacional teria o efeito de uma ?marolinha? no país. ?Fui esculhambado quando disse que a crise era só uma marolinha no Brasil. Alguns diziam que o Brasil ia afundar, e o Brasil foi o último a entrar na crise e o primeiro a sair da crise?, destacou o presidente.

O resultado de crescimento de 2,7% da economia brasileira no primeiro trimestre de 2010 foi divulgado nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A expansão de 9% do PIB na comparação com o mesmo período do ano passado é a maior da série histórica da pesquisa, iniciada nestes moldes 1995.

Mais cedo nesta terça, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o resultado superou superou as expectativas do governo. ?Fiquei muito satisfeito com o resultado. Foi mais do que eu esperava. Eu esperava 2,5% [de crescimento sobre o último trimestre de 2009]", disse. Mantega acrescentou que, com o resultado acima do projetado anteriormente, a sua estimativa de expansão para todo este ano, que era de até 6%, subiu para até 6,5%.

Fonte: g1, www.g1.com.br