"Não há crime de responsabilidade", diz lider do PT na Câmara

A votação acontece durante todo este domingo.


Plenário inicia votação do pedido de impeachment

O Plenário vota, neste momento, a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A aprovação depende do aval de 342 votos. Se o processo for aberto, o Senado será responsável por julgar o processo.

Bahia vota:
Afonso Florence (PT): NÃO
Alice Portugal (PCdoB): NÃO
Antonio Brito (PSD): NÃO
Antonio Imbassahy (PSDB): SIM
Arthur Oliveira Maia (PPS): SIM
Bacelar (PTN): NÃO
Bebeto (PSB): NÃO
Benito Gama (PTB): SIM
Cacá Leão (PP): ABSTENÇÃO

Minas Gerais vota:
Adelmo Carneiro Leão (PT): NÃO
Aelton Freitas (PR): NÃO
Bilac Pinto (PR): SIM
Bonifácio de Andrada (PSDB): SIM
Brunny (PR): NÃO
Caio Narcio (PSDB): SIM
Carlos Melles (DEM): SIM
Dâmina Pereira (PSL): SIM
Delegado Edson Moreira (PR): SIM
Diego Andrade (PSD): SIM
Dimas Fabiano (PP): SIM
Domingos Sávio (PSDB): SIM
Eduardo Barbosa (PSDB): SIM

Eros Biondini (PROS): SIM
Fabio Ramalho (PMDB): SIM
Franklin Lima (PP): SIM
Gabriel Guimarães (PT): NÃO
George Hilton (PROS): NÃO
Jaime Martins (PSD): SIM
Jô Moraes (PCdoB): NÃO
Julio Delgado (PSB): SIM
Laudivio Carvalho (SD): SIM
Leonardo Monteiro (PT): NÃO
Leonardo Quintão (PMDB): SIM
Lincoln Portela (PRB): SIM
Luis Tibé (PTdoB): SIM

Luiz Fernando Faria (PP): SIM
Marcelo Álvaro Antônio (PR): SIM
Marcelo Aro (PHS): SIM
Marcos Montes (PSD): SIM
Marcus Pestana (PSDB): SIM
Margarida Salomão (PT): NÃO
Mario Heringer (PDT): SIM
Mauro Lopes (PMDB): SIM
Miguel Corrêa (PT): NÃO
Misael Varella (DEM): SIM
Newton Cardoso Jr. (PMDB): SIM
Odelmo Leão (PP): SIM
Padre João (PT): NÃO

Patrus Ananias (PT): NÃO
Paulo Abi-Ackel (PSDB): SIM
Raquel Muniz (PSD): SIM
Reginaldo Lopes (PT): NÃO
Renzo Braz (PP): SIM
Rodrigo de Castro (PSDB): SIM
Rodrigo Pacheco (PMDB): SIM
Saraiva Felipe (PMDB): SIM
Stefano Aguiar (PSD): SIM
Subtenente Gonzaga (PDT): SIM
Tenente Lúcio (PSB): SIM
Toninho Pinheiro (PP): SIM
Weliton Prado (PMB): SIM
Zé Silva (SD): SIM

Rio Grande do Norte vota:
Antônio Jácome (PTN): SIM
Beto Rosado (PP): SIM
Fábio Faria (PSD): SIM
Felipe Maia (DEM): SIM
Rafael Motta (PSB): SIM
Rogério Marinho (PSDB): SIM
Walter Alves (PMDB): SIM
Zenaide Maia (PR): NÃO

Piauí vota

Assis Carvalho (PT): NÃO
Átila Lira (PSB): SIM
Capitão Fábio Abreu (PTB): NÃO
Heráclito Fortes (PSB): SIM
Iracema Portella (PP): SIM
Júlio Cesar (PSD): SIM
Marcelo Castro (PMDB): NÃO
Paes Landim (PTB): NÃO
Rejane Dias (PT): NÃO
Rodrigo Martins (PSB): SIM

Rio de Janeiro vota:
Alessandro Molon (Rede): NÃO
Alexandre Serfiotis (PMDB): SIM
Alexandre Valle (PR): SIM
Altineu Côrtes (PMDB): SIM
Arolde de Oliveira (PSC): SIM
Aureo (SD): SIM
Benedita da Silva (PT): NÃO
Cabo Daciolo (PTdoB): SIM
Celso Pansera (PMDB): NÃO
Chico Alencar (PSOL): NÃO
Chico D'Angelo (PT): NÃO
Clarissa Garotinho (PR): AUSENTE
Cristiane Brasil (PTB): SIM
Deley (PTB): SIM
Dr. João (PR): SIM
Eduardo Cunha (PMDB): SIM
Ezequiel Teixeira (PTN): SIM
Felipe Bornier (PROS): SIM
Fernando Jordão (PMDB): SIM
Francisco Floriano (DEM): SIM
Glauber Braga (PSOL): NÃO
Hugo Leal (PSB): SIM
Indio da Costa (PSD): SIM
Jair Bolsonaro (PSC): SIM
Jandira Feghali (PCdoB): NÃO
Jean Wyllys (PSOL): NÃO
Julio Lopes (PP): SIM
Leonardo Picciani (PMDB): NÃO
Luiz Carlos Ramos (PTN): SIM
Luiz Sérgio (PT): NÃO
Marcelo Matos (PHS): SIM
Marco Antonio Cabral (PMDB): SIM
Marcos Soares (DEM): SIM
Miro Teixeira (Rede): SIM
Otavio Leite (PSDB): SIM
Paulo Feijó (PR): SIM
Pedro Paulo (PMDB): SIM
Roberto Sales (PRB): SIM
Rodrigo Maia (DEM): SIM
Rosangela Gomes (PRB): SIM

Ceará vota:
Adail Carneiro (PP): SIM
Aníbal Gomes (PMDB): AUSENTE
Ariosto Holanda (PDT): NÃO
Arnon Bezerra (PTB): NÃO
Cabo Sabino (PR): SIM
Chico Lopes (PCdoB): NÃO
Danilo Forte (PSB): SIM
Domingos Neto (PSD): NÃO
Genecias Noronha (SD): SIM
Gorete Pereira (PR): ABSTENÇÃO
José Airton Cirilo (PT): NÃO
José Guimarães (PT): NÃO
Leônidas Cristino (PDT): NÃO
Luizianne Lins (PT): NÃO
Macedo (PP): NÃO
Moroni Torgan (DEM): SIM
Moses Rodrigues (PMDB): SIM
Odorico Monteiro (PROS): NÃO
Raimundo Gomes de Matos (PSDB): SIM
Ronaldo Martins (PRB): SIM
Vicente Arruda (PDT): NÃO
Vitor Valim (PMDB): SIM

Sim: 40,91% / 9 votos
Não: 50,00% / 11 votos
Abstenção: 4,55% / 1 voto
Falta: 4,55% / 1 falta

Maranhão vota:
Alberto Filho (PMDB): SIM
Aluisio Mendes (PTN): NÃO
André Fufuca (PP): SIM
Cleber Verde (PRB): SIM
Eliziane Gama (PPS): SIM
Hildo Rocha (PMDB): SIM
João Castelo (PSDB): SIM
João Marcelo Souza (PMDB): NÃO
José Reinaldo (PSB): SIM
Junior Marreca (PEN): NÃO
Juscelino Filho (DEM): SIM
Pedro Fernandes (PTB): NÃO
Rubens Pereira Junior (PCdoB): NÃO
Sarney Filho (PV): SIM
Victor Mendes (PSD): SIM
Waldir Maranhão (PP): NÃO
Weverton Rocha (PDT): NÃO
Zé Carlos (PT): NÃO

Sim: 55,56% / 10 votos
Não: 44,44% / 8 votos

São Paulo vota:
Alex Manente (PPS): SIM
Alexandre Leite (DEM): SIM
Ana Perugini (PT): NÃO
Andres Sanchez (PT): NÃO
Antonio Bulhões (PRB): SIM
Arlindo Chinaglia (PT): NÃO
Arnaldo Faria de Sá (PTB): SIM
Arnaldo Jardim (PPS): SIM
Baleia Rossi (PMDB): SIM
Beto Mansur (PRB): SIM
Bruna Furlan (PSDB): SIM
Bruno Covas (PSDB): SIM
Capitão Augusto (PR): SIM
Carlos Sampaio (PSDB): SIM
Carlos Zarattini (PT): NÃO
Celso Russomanno (PRB): SIM
Dr. Sinval Malheiros (PTN): SIM
Duarte Nogueira (PSDB): SIM
Edinho Araújo (PMDB): SIM
Eduardo Bolsonaro (PSC): SIM
Eduardo Cury (PSDB): SIM
Eli Corrêa Filho (DEM): SIM
Evandro Gussi (PV): SIM
Fausto Pinato (PP): SIM
Flavinho (PSB): SIM
Floriano Pesaro (PSDB): SIM
Gilberto Nascimento (PSC): SIM
Goulart (PSD): SIM
Guilherme Mussi (PP): SIM
Herculano Passos (PSD): SIM
Ivan Valente (PSOL): NÃO
Jefferson Campos (PSD): SIM
João Paulo Papa (PSDB): SIM
Jorge Tadeu Mudalen (DEM): SIM
José Mentor (PT): NÃO
Keiko Ota (PSB): SIM
Luiz Lauro Filho (PSB): SIM
Luiza Erundina (PSOL): NÃO
Major Olimpio (SD): SIM
Mara Gabrilli (PSDB): SIM
Marcelo Squassoni (PRB): SIM
Marcio Alvino (PR): SIM
Miguel Haddad (PSDB): SIM
Miguel Lombardi (PR): SIM
Milton Monti (PR): SIM
Missionário José Olimpio (DEM): SIM
Nelson Marquezelli (PTB): SIM
Nilto Tatto (PT): NÃO
Orlando Silva (PCdoB): NÃO
Paulo Freire (PR): SIM
Paulo Maluf (PP): SIM
Paulo Pereira da Silva (SD): SIM
Paulo Teixeira (PT): NÃO
Pr. Marco Feliciano (PSC): SIM
Renata Abreu (PTN): SIM
Ricardo Izar (PP): SIM
Ricardo Tripoli (PSDB): SIM
Roberto Alves (PRB): SIM
Roberto de Lucena (PV): SIM
Rodrigo Garcia (DEM): SIM
Samuel Moreira (PSDB): SIM
Sérgio Reis (PRB): SIM
Silvio Torres (PSDB): SIM
Tiririca (PR): SIM
Valmir Prascidelli (PT): NÃO
Vanderlei Macris (PSDB): SIM
Vicente Candido (PT): NÃO
Vicentinho (PT): NÃO
Vinicius Carvalho (PRB): SIM
Vitor Lippi (PSDB): SIM

Sim: 81,43% / 57 votos
Não: 18,57% / 13 votos

Mato Grosso vota:
Adilton Sachetti (PSB): SIM
Carlos Bezerra (PMDB): SIM
Fabio Garcia (PSB): SIM
Nilson Leitão (PSDB): SIM
Professor Victório Galli (PSC): SIM
Ságuas Moraes (PT): NÃO
Tampinha (PSD): SIM
Valtenir Pereira (PMDB): NÃO

Sim: 75,00% / 6 votos
Não: 25,00% / 2 votos

Tocantins vota:
Carlos Henrique Gaguim (PTN): SIM
Cesar Halum (PRB): SIM
Dulce Miranda (PMDB): SIM
Irajá Abreu (PSD): NÃO
Josi Nunes (PMDB): SIM
Lázaro Botelho (PP): SIM
Professora Dorinha Seabra (DEM): SIM
Vicentinho Júnior (PR): NÃO

Sim: 75% / 6 votos
Não: 25% / 2 votos

Acre vota:
Alan Rick (PRB): SIM
Angelim (PT): NÃO
César Messias (PSB): NÃO
Flaviano Melo (PMDB): SIM
Jéssica Sales (PMDB): SIM
Leo de Brito (PT): NÃO
Rocha (PSDB): SIM
Sibá Machado (PT): NÃO

Sim: 50% / 4 votos
Não: 50% / 4 votos

Distrito Federal vota:
Alberto Fraga (DEM): SIM
Augusto Carvalho (SD): SIM
Erika Kokay (PT): NÃO
Izalci (PSDB): SIM
Laerte Bessa (PR): SIM
Rogério Rosso (PSD): SIM
Ronaldo Fonseca (PROS): SIM
Rôney Nemer (PP): SIM

Sim: 87,50% / 7 votos
Não: 12,50% / 1 voto

Goiás vota:
Alexandre Baldy (PTN): SIM
Célio Silveira (PSDB): SIM
Daniel Vilela (PMDB): SIM
Delegado Waldir (PR): SIM
Fábio Sousa (PSDB): SIM
Flávia Morais (PDT): SIM
Giuseppe Vecci (PSDB): SIM
Heuler Cruvinel (PSD): SIM
João Campos (PRB): SIM
Jovair Arantes (PTB): SIM
Lucas Vergilio (SD): SIM
Magda Mofatto (PR): SIM
Marcos Abrão (PPS): SIM
Pedro Chaves (PMDB): SIM
Roberto Balestra (PP): SIM
Rubens Otoni (PT): NÃO
Thiago Peixoto (PSD): SIM

Sim: 94,12% / 16 votos
Não: 5,88% / 1 voto

Rondônia vota:
Expedito Netto (PSD): SIM
Lindomar Garçon (PRB): SIM
Lucio Mosquini (PMDB): SIM
Luiz Cláudio (PR): SIM
Marcos Rogério (DEM): SIM
Mariana Carvalho (PSDB): SIM
Marinha Raupp (PMDB): SIM
Nilton Capixaba (PTB): SIM

Sim: 100% / 8 votos

Eduardo Cunha comanda votação (Crédito: Nilson Bastian / Câmara dos Deputados)
Eduardo Cunha comanda votação (Crédito: Nilson Bastian / Câmara dos Deputados)


Amazonas vota:
Alfredo Nascimento (PR): SIM
Arthur Virgílio Bisneto (PSDB): SIM
Átila Lins (PSD): SIM
Conceição Sampaio (PP): SIM
Hissa Abrahão (PDT): SIM
Marcos Rotta (PMDB): SIM
Pauderney Avelino (DEM): SIM
Silas Câmara (PRB): SIM

Sim: 100% / 8 votos

Mato Grosso do Sul vota:
Carlos Marun (PMDB): SIM
Dagoberto (PDT): NÃO
Elizeu Dionísio (PSDB): SIM
Geraldo Resende (PSDB): SIM
Mandetta (DEM): SIM
Tereza Cristina (PSB): SIM
Vander Loubet (PT): NÃO
Zeca do PT (PT): NÃO

Sim: 62,50% / 5 votos
Não: 37,50% / 3 votos

Paraná vota:
Alex Canziani (PTB): SIM
Alfredo Kaefer (PSL): SIM
Aliel Machado (Rede): NÃO
Assis do Couto (PDT): NÃO
Christiane de Souza Yared (PR): SIM
Diego Garcia (PHS): SIM
Dilceu Sperafico (PP): SIM
Enio Verri (PT): NÃO
Evandro Roman (PSD): SIM
Fernando Francischini (SD): SIM
Giacobo (PR): SIM
Hermes Parcianello (PMDB): SIM
João Arruda (PMDB): SIM
Leandre (PV): SIM
Leopoldo Meyer (PSB): SIM
Luciano Ducci (PSB): SIM
Luiz Carlos Hauly (PSDB): SIM
Luiz Nishimori (PR): SIM
Marcelo Belinati (PP): SIM
Nelson Meurer (PP): SIM
Nelson Padovani (PSDB): SIM
Osmar Serraglio (PMDB): SIM
Paulo Martins (PSDB): SIM
Ricardo Barros (PP): SIM
Rubens Bueno (PPS): SIM
Sandro Alex (PSD): SIM
Sergio Souza (PMDB): SIM
Takayama (PSC): SIM
Toninho Wandscheer (PROS): SIM
Zeca Dirceu (PT): NÃO

Sim: 86,67% / 26 votos
Não: 13,33% / 4 votos

Pará vota:
Arnaldo Jordy (PPS): SIM
Beto Faro (PT): NÃO
Beto Salame (PP): ABSTENÇÃO
Delegado Éder Mauro (PSD): SIM
Edmilson Rodrigues (PSOL): NÃO
Elcione Barbalho (PMDB): NÃO
Francisco Chapadinha (PTN): SIM
Hélio Leite (DEM): SIM
Joaquim Passarinho (PSD): SIM
José Priante (PMDB): SIM
Josué Bengtson (PTB): SIM
Júlia Marinho (PSC): SIM
Lúcio Vale (PR): NÃO
Nilson Pinto (PSDB): SIM
Simone Morgado (PMDB): NÃO
Wladimir Costa (SD): SIM
Zé Geraldo (PT): NÃO

Sim: 58,82% / 10 votos
Não: 35,29% / 6 votos
Abstenção: 5,88% / 1 voto

Amapá vota:
André Abdon (PP): SIM
Cabuçu Borges (PMDB): SIM
Janete Capiberibe (PSB): NÃO
Jozi Araújo (PTN): NÃO
Marcos Reategui (PSD): SIM
Professora Marcivania (PCdoB): NÃO
Roberto Góes (PDT): NÃO
Vinicius Gurgel (PR): ABSTENÇÃO

Sim: 37,5% / 3 votos
Não: 50% / 4 votos
Abstenção: 6,25% / 1 voto

Santa Catarina vota:
Carmen Zanotto (PPS): SIM
Celso Maldaner (PMDB): SIM
Cesar Souza (PSD): SIM
Décio Lima (PT): NÃO
Esperidião Amin (PP): SIM
Geovania de Sá (PSDB): SIM
João Paulo Kleinübing (PSD): SIM
João Rodrigues (PSD): SIM
Jorge Boeira (PP): SIM
Jorginho Mello (PR): SIM
Marco Tebaldi (PSDB): SIM
Mauro Mariani (PMDB): SIM
Pedro Uczai (PT): NÃO
Rogério Peninha Mendonça (PMDB): SIM
Ronaldo Benedet (PMDB): SIM
Valdir Colatto (PMDB): SIM

Sim: 87,5% / 14 votos
Não: 12,5% / 2 votos

Rio Grande do Sul vota:
Afonso Hamm (PP): SIM
Afonso Motta (PDT): NÃO
Alceu Moreira (PMDB): SIM
Bonh Gass (PT): NÃO
Carlos Gomes (PRB): SIM
Covatti Filho (PP): SIM
Danrlei de Deus Hinterholz (PSD): SIM
Darcísio Perondi (PMDB): SIM
Giovani Cherini (PDT): SIM
Heitor Schuch (PSB): SIM
Henrique Fontana (PT): NÃO
Jerônimo Goergen (PP): SIM
João Derly (Rede): SIM
Luis Carlos Heinze (PP): SIM
Luiz Carlos Busato (PTB): SIM
Marco Maia (PT): NÃO
Marcon (PT): NÃO
Maria do Rosário (PT): NÃO
Mauro Pereira (PMDB): SIM
Nelson Marchezan Junior (PSDB): SIM
Onyx Lorenzoni (DEM): SIM
Osmar Terra (PMDB): SIM
Paulo Pimenta (PT): NÃO
Pepe Vargas (PT): NÃO
Pompeo de Mattos (PDT): ABSTENÇÃO
Renato Molling (PP): SIM
Ronaldo Nogueira (PTB): SIM
Sérgio Moraes (PTB): SIM

Sim: 70,97% / 22 votos 
Não: 25,81% / 8 votos
Abstenção: 3,23% / 1 voto

Roraima vota:

Abel Mesquita Jr (DEM): SIM
Carlos Andrade (PHS): SIM
Edio Lopes (PR): NÃO
Hiran Gonçalves (PP): SIM
Jhonatan de Jesus (PRB): SIM
Maria Helena (PSB): SIM
Remídio Monai (PR): SIM
Shéridan (PSDB): SIM

Em Roraima os deputados votaram: Sim: 87,5% / Não: 12,5%

A votação está ocorrendo diretamente ao microfone, por chamada individual de cada parlamentar, com alternância de estados entre as regiões. A ordem será a seguinte: RR, RS, SC, AP, PA, PR, MS, AM, RO, GO, DF, AC, TO, MT, SP, MA, SE, RJ, ES, PI, RN, MG, PB, PE, BA, SE, AL. Os deputados ausentes quando da primeira chamada serão novamente chamados após a convocação de todos os deputados de seu estado.

Votação na Câmara dos Deputados (Crédito: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados)
Votação na Câmara dos Deputados (Crédito: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados)


Júnior Marreca é contra impeachment, mas libera bancada do PEN

O deputado Júnior Marreca (PEN-MA) criticou o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) e disse que provoca um comprometimento da democracia brasileira. “O que está acontecendo nessa Casa é que a impopularidade e a irresponsabilidade dos políticos dessa Casa estão colocando o governo em cheque, tirando de Dilma Rousseff o mandato legítimo obtido com o povo brasileiro”, afirmou.

Entretanto, ele liberou a bancada, com dois deputados, ressaltando seu voto contrário ao processo.

PMB defende impeachment de Michel Temer

Único representante do Partido da Mulher Brasileira (PMB), o deputado Weliton Prado (MG) ressaltou conquistas dos dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do primeiro mandato de Dilma Rousseff, principalmente na área social e educacional.

Entretanto, ressaltou que “o atual mandato da presidente Dilma é indefensável e o que ela fez é muito sério e indica um retrocesso”, citando várias obras paralisadas e programas governamentais sem recursos.

Ele também defendeu o impeachment do vice-presidente Michel Temer, de outros governadores pela omissão no cumprimento de vários dispositivos constitucionais e também a cassação do mandato do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Deputados do PSL vão votar pelo impeachment

O deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR) disse que a “gastança desenfreada” criou um caos econômico no País e defendeu a abertura do processo de impeachment de Dilma Rousseff.

“Os fatos são irrefutáveis: a presidente Dilma não honrou a Constituição brasileira e cometeu crime, não zelou pelas contas públicas”, afirmou.

A outra integrante do PSL, deputada Dâmina Pereira (MG), também adiantou que votará pelo afastamento da presidente.

Pelo PTdoB, Silvio Costa diz que oposição não tem moral para aprovar impeachment

Pela liderança do PTdoB, o deputado Silvio Costa (PE) disse que quem está tentando aprovar o impeachment da presidente Dilma Rousseff são os aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

“Que país é este? 95% desta oposição não têm moral e não têm ética para agredir a presidente Dilma”, disse, lembrando que há denúncias contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) relacionadas a Furnas.

De acordo com Silvio Costa, o governo terá votos suficientes para impedir a autorização do julgamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado. Costa criticou ainda o vice-presidente da República, Michel Temer, pelas negociações de cargos para a montagem de um futuro governo.

 (Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados)
(Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados)


Rede está dividida e cada deputado votará como quiser, diz líder

O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), afirmou que o partido está dividido e a bancada terá liberdade para votar como quiser, apesar da orientação favorável ao impeachment por parte da Executiva Nacional.

Molon vai votar contra. Ele disse que a votação do impeachment no Plenário nada tem a ver com o combate à corrupção, já que é protagonizado por deputados investigados. “A impunidade deve ser combatida sim, mas infelizmente há quem apoia esse processo justamente para esvaziar a Lava Jato”, criticou.

Ele acrescentou que o Plenário quer desfazer o voto das urnas. “Isso só pode ocorrer em casos excepcionais e não é o caso desse parecer pró-impeachment", destacou.

Psol é contra impeachment e acusa acordão para salvar investigados da Lava Jato

O líder do Psol, deputado Ivan Valente (SP), disse que a bancada votará unida contra o impeachment de Dilma Rousseff porque sabe o valor da democracia. Segundo ele, o processo tem intenção de salvar deputados investigados pela Operação Lava Jato.

“Os partidos da oposição, embalados pela grande mídia, querem entronizar Michel Temer no poder. Ele não teve nenhum voto, 60% da população o rejeita, e ele também assinou as pedaladas fiscais. O que temos à frente é um retrocesso”, criticou.

Plenário já registra 500 deputados presentes

Às 16h45, o painel eletrônico da Câmara dos Deputados já registra a presença de 500 deputados no Plenário Ulysses Guimarães.

Já orientaram a bancada 18 líderes partidários

PHS: 6 deputados votarão pelo impeachment e 1 contra

Líder do PHS, o deputado Givaldo Carimbão (AL) disse que vai votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Todos os demais integrantes do partido, entretanto, já declararam voto favorável ao impedimento.

“Neste momento que o Brasil vive, quando vamos decidir se a presidente fica ou sai, o partido votará a favor do impeachment, porém a democracia é boa e eles respeitaram a minha decisão contrária”, afirmou.

PCdoB diz que impeachment agravaria a crise política e econômica

O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), disse que a presidente Dilma Rousseff não tem “nenhum crime contra ela”, considerando que está em curso uma conspiração que seria conduzida pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha.

Almeida disse que um futuro governo pós-Dilma não tem interlocução com os movimentos sociais e não tem base política. Para ele, o caminho do impeachment é do “agravamento da crise política e econômica”.

“Querem transformar esse Plenário em um colégio eleitoral, mas não estamos no Parlamentarismo, por isso querem usurpar o voto popular”, disse. Ele criticou que a saída proposta pelos favoráveis ao impeachment não tenha o apoio da população, “que não quer essa agenda do retrocesso, do Estado mínimo, do pacto para impedir que corruptos que aqui estão, nessa Câmara, não sejam punidos”.

Contrário ao impeachment, líder do PDT fala que Brasil sai perdedor desse debate

O líder do PDT, deputado Weverton Rocha (MA), reafirmou que vai votar contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff neste domingo (17). Ele ressaltou, no entanto, que nesse processo, todos são perdedores.

“O Brasil não vai ter vencedor e não vai ter vencido. Todos nós já perdemos ao não ter a capacidade de cumprir a Constituição à risca e ao não garantir educação e saúde para o nosso povo”, lamentou.

Deputados exibiram a faixa 'Fora Cunha' (Crédito: J.Batista/Câmara dos Deputados)
Deputados exibiram a faixa 'Fora Cunha' (Crédito: J.Batista/Câmara dos Deputados)

PR apoia governo e líder indica voto contra impeachment de Dilma

O líder do PR, deputado Aelton Freitas (MG), afirmou que a bancada do partido apoia o governo da presidente Dilma Rousseff e votará contra o pedido de impeachment. “É um impeachment em desacordo com a Constituição do nosso País”, defendeu.

Freitas disse ainda que não houve dolo, ou seja, intenção, da presidente Dilma Rousseff ao autorizar decretos para abertura de crédito suplementar sem o aval do governo ou recorrer às pedaladas fiscais. São esses fatos que fundamentam a denúncia contra Dilma agora analisada pelo Plenário da Câmara.

PSB vai votar a favor do impeachment da presidente Dilma

O líder do PSB, deputado Fernando Coelho Filho (PE), disse que o impeachment de Dilma Rousseff é a solução constitucional e possível para que o Brasil supere as crises econômica, política, social e ética.

“O sentimento que domina o PSB não é de alegria, nem de revanche. É de preocupação e frustração para o País”, afirmou. Para ele, a presidente perdeu de vez a governabilidade. “Não tem condições de liderar uma agenda mínima para o País.”

Filho lembrou que o PSB fez parte do governo Lula e do início da gestão Dilma. “Fomos solidários, fomos corretos, fomos leais e alertamos quando politica e indicadores econômicos prenunciavam o desastre atual”, declarou.

Cartazes em sessão (Crédito: Nilson Bastian / Câmara dos Deputados)
Cartazes em sessão (Crédito: Nilson Bastian / Câmara dos Deputados)


PP orienta bancada pelo impeachment, mas lembra que participou do governo desde o início

O líder do PP, deputado Aguinaldo Ribeiro (PB), ressaltou que a bancada orientou pela admissão do processo de impeachment, mas lembrou que o partido participou do governo Dilma desde o primeiro mandato, no qual exerceu a função de ministro das Cidades.

Ele disse que sua bancada discutiu o tema do impeachment de forma democrática e livre. Para ele, é preciso fazer uma reflexão profunda sobre o atual modelo na qual a democracia vigora.

“É preciso que tenhamos um compromisso para que, qualquer que seja o resultado, tenhamos um rumo comum para que o Brasil saia dessa encruzilhada. Firmeza sim, mesquinhez jamais”, disse.

Ribeiro ressaltou que Dilma Rousseff é uma pessoa honesta e honrada, mas não é ela que está sendo julgada e sim o governo. “Não podemos conviver com o impasse permanente e sem resolução. O crime de responsabilidade supostamente cometido e que tem sido discutido é apenas parte do problema e o Brasil precisa continuar em frente”, avaliou.

Câmara dos Deputados (Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados)
Câmara dos Deputados (Crédito: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados)


Líder do PT reclama de cerceamento da defesa da presidente Dilma e cita rejeição a Temer

Pela liderança do PT, o deputado Afonso Florence (BA), defendeu novamente a rejeição do pedido de impeachment, o qual classificou de golpe, destacando que, quando do momento da formação da comissão especial, foi garantido que haveria isenção na condução dos trabalhos. “No entanto, após o cerceamento da defesa da presidente da República nesta sessão e os argumentos já apresentados pelo Advogado-Geral da União (AGU), José Eduardo Cardozo, ficou claro que não há crime de responsabilidade”, afirmou.

Florence criticou ainda a atuação do vice-presidente, Michel Temer, que considerou “claramente a favor do impeachment”. Ele lembrou ainda que, mesmo junto a manifestantes favoráveis ao impeachment, no dia 13 de março último, lideranças partidárias da oposição “foram expulsas pela população”.

“A Lava-Jato chegou a um ponto em que vai apontar para o PSDB, o DEM e por isso esse acerto do Temer prevê a paralisação das investigações”, disse.

Afonso Florence também citou pesquisas de opinião recentes do DataFolha que indicam rejeição classificada como grande pelo instituto de pesquisa a um futuro governo do vice-presidente Michel Temer. “As pessoas não querem um governo de Temer, um governo que não será respaldado pelas urnas”, afirmou.

Começa exposição dos líderes de acordo com tamanho das bancadas

Com o fim da exposição inicial do relator do processo de impeachment, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), começam a falar agora os líderes partidários, pelo tamanho das bancadas.

Eles contarão com o tempo normal destinado a cada partido pelo Regimento Interno, ao qual será somado um minuto previsto para orientação de bancada. O primeiro a falar é o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ).

Sessão começa com tumulto e troca de ofensas entre deputados

Os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Orlando Silva (PCdoB-SP) criticaram a presença, na Mesa Diretora, de deputados ostentando cartazes a favor do impeachment. O líder do PCdoB, deputado Daniel Almeida (BA), também reclamou disso. Houve tumulto e o clima ficou tenso.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, disse que não pode tirar os partidários da Mesa, e a policia legislativa interveio para manter a calma.

Discussão na Câmara (Crédito: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados)
Discussão na Câmara (Crédito: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados)

Sessão na Câmara tem início

Começou a sessão destinada a votar a autorização para abertura de processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff, segundo parecer favorável da comissão especial que conclui pelo cometimento de crime de responsabilidade ligado à Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/00).

O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, informou ao Plenário os procedimentos de votação por meio de chamada oral de cada deputado. Eles serão chamados segundo a ordem de estados definida pela alternância entre regiões. A segunda chamada ocorrerá ao fim de todos os chamados de um mesmo estado.

Para autorizar o julgamento do processo de impeachment pelo Senado, serão necessários os votos favoráveis de, no mínimo, 342 deputados (dois terços dos 513 membros da Casa).

Bancada (Crédito: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados)
Bancada (Crédito: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados)


Fonte: Câmara Notícias