Onze políticos do Piauí respondem processos, diz Transparência Brasil

Na relação consta nomes de deputados federais, estaduais, senadores e vereadores

Um levantamento feito pelo Portal Transparência Brasil divulga os nomes dos políticos brasileiros que respondem por processos na Justiça e nos Tribunais de Contas, seja Estadual ou da União. Na lista, consta o nome de onze parlamentares piauienses, entre deputados federais, estaduais, senadores e vereadores de Teresina.

A relação de processos variam desde crimes contra a administração pública, recebimento indevido por acúmulo de cargos, peculato, fraudes em licitações e contratos, improbidade administrativa. Liderando em número de processos, está o tucano Roncali Paulo, com quatro ações em tramitação. As ações são referentes a crime de peculato, com a utilização de cargo público para obter vantagens, em uma ação movida pelo Ministério Público, crimes da Lei de Licitações e Contratos, improbidade administrativa tanto no Tribunal Regional Federal (TRF), quanto no Tribunal de Contas da União, por irregularidades nas obras da Barragem de Castelo, quando o mesmo exercia o cargo de secretário Estadual de Obras e Serviços Públicos.

Entre os deputados estaduais somam-se a lista os piauienses Edson Ferreira (DEM), Moraes Sousa Filho (PMDB) e Ubirací Carvalho (PDT). Na relação dos parlamentares federais piauienses, aparecem os nomes do Democrata José Maia Filho (o Mainha), além de Ciro Nogueira (PP) e Nazareno Fonteles (PT). Os vereadores José Ferreira (PSDB) e Renato Berger (PSDB) também integram a lista, acusados de abuso de poder economico e captação ilícita de sufrágio, com processos tramitando no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Berger por dívida de imposto de renda, com processo tramitando em primeira instância do Tribunal Regional Federal.

Os senadores Mão Santa (PSC) e o pré-candidato petebista ao Governo do Estado do Estado, senador João Vicente Claudino (PTB) também integram a lista do Transparência Brasil. O primeiro respondendo a dois inquéritos de peculato e o segundo responde a um processo referente a compra de votos. (M.M)

Fonte: Mayara Martins