Piauí tem 1,2 milhão atingidos pela seca e 280 mil dependem do Governo

Os benefícios do governo destinados às pessoas atingidas pela estiagem abrangem o apoio no programa do subsídio do milho, bolsa estiagem, seguro-safra, e as ações de financiamentos realizados pelos ba

O Piauí cerca de 1,2 milhão de pessoas atingidas pela seca, mas em torno de 280 mil precisam da assistência direta da Secretaria Estadual de Defesa Civil. Os dados são do diretor de Defesa Civil, Vitorino Tavares. “Antigamente, precisávamos suprir com carro pipa quase toda essa totalidade de pessoas atingidas e esse número tem reduzido bastante”, explicou Vitorino.

Os benefícios do governo destinados às pessoas atingidas pela estiagem abrangem o apoio no programa do subsídio do milho, bolsa estiagem, seguro-safra, e as ações de financiamentos realizados pelos bancos públicos como o Banco do Nordeste.

“A seca é uma realidade. Os efeitos da estiagem são constantes e o homem do campo e o agricultor familiar têm que ter os benefícios do governo, que é o que estamos fazendo. O mês de março teve chuvas com pouco volume e o período da seca não vai passar com essas chuvas. Os municípios já estão fazendo o reconhecimento para prorrogar os decretos de emergência e, isso acontecendo, a Defesa Civil vai atuar novamente para que a Secretaria Nacional de Defesa Civil homologue”, explicou Vitorino.

O diretor revela que a primeira atitude que a população atingida pela seca espera que seja tomada é a atuação do carro-pipa, mas ou-tras ações também estão sendo providenciadas.

“A atuação dos carros-pipas é a principal atitude, mas nós temos ações para colocar em funcionamento os poços estratégicos já existentes em Vera Mendes, São Brás, São João da Varjota e Pedro Laurentino. Esses poços irão suprir as necessidades nessa região do semi-árido. Outra ação que estamos buscando concretizar é a questão de equipamento de poços, escavação de novos poços e a execução de adutoras em algumas barragens como a de Piaus, Bocaína, Jenipapo, Garrincho, que são conhecidas no Estado”, explicou.

 

Fonte: Ananias Ribeiro