Rejane Dias define metas de sua gestão e prioriza Hospital de Traumatologia

Rejane Dias define metas de sua gestão e prioriza Hospital de Traumatologia

Deputada federal eleita agradeceu os votos que lhe deram a primeira colocação na disputa pela Câmara e destacou suas metas, entre elas destacou a construção do Hospital de Traumatologia

Eleita a deputada federal mais votada do Piauí no pleito deste ano, a deputada estadual Rejane Dias (PT) agradeceu ontem no plenário da Assembleia Legislativa sua eleição e a do senador Wellington Dias para o Governo do Piauí. “Sinto-me na obrigação de agradecer a expressiva votação que recebi da população do meu estado. São mais de 134 mil pessoas que confiaram em mim para ser sua representante na Câmara dos Deputados, sendo a mais votada do Piauí”, disse Rejane.

A deputada ressaltou que vai transformar as propostas em metas mensais e anuais. “Pretendo cumprir e prestar contas de todas elas”. Entre as propostas, a deputada citou a construção do Hospital de Traumatologia, inspirado no hospital de Goiânia, e do Hospital Materno Infantil, “como fizemos com o CIER quando tive a inspiração no Sarah Kubtischeck. Aí sim, vamos para efetivar as soluções para os problemas que têm causado transtorno ao nosso povo. Fazer cumprir todas as promessas feitas durante a campanha, com a ajuda de Deus e a compreensão do nosso povo”.

Também é meta de Rejane Dias levar a todos os municípios as escolas de tempo integral, com a destinação de emendas e gestão junto aos ministérios. “Queremos construir centros de fisioterapias com alta complexidade nas cidades pólos e também as oficinas ortopédicas, como existe em Teresina. Vamos lutar para a reforma política, que deve ser pauta no Congresso”. Rejane prometeu continuar sendo a deputada da inclusão da pessoa deficiente, da agricultura familiar, dos mais pobres.

“Nós temos, sim, hoje uma política econômica que propiciou a menor taxa de desemprego desse país, apesar da crise econômica, que ainda aflige países como os Estados Unidos. É preciso comparar. E os nossos adversários repetem que não houve avanços. No governo FHC a taxa de desemprego beirava os 12,2%, a segunda maior do mundo. Nos dias de hoje, a menor taxa de desemprego em torno de 5%... O Armínio Fraga disse que o salário mínimo está muito alto. E nosso objetivo é aumentar mais ainda, melhorar o poder de compra dos salários, sobretudo dos mais pobres”, concluiu.

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Fonte: Savia Barreto