Rejane Dias propõe Frente Parlamentar contra as drogas no PI

Rejane Dias propõe Frente Parlamentar contra as drogas no PI

A frente será criada a partir de uma Comissão Provisória e será integrada por parlamentares de diversos partidos.

Em seu primeiro pronunciamento na tribuna da Assembléia, a deputada estadual Rejane Dias (PT) defendeu a criação de uma Frente Parlamentar de Políticas Públicas sobre Drogas. O objetivo é envolver o legislativo no combate às drogas no Estado, discutindo e criando condições para a sociedade e o poder público enfrentarem o problema.

A frente será criada a partir de uma Comissão Provisória e será integrada por parlamentares de diversos partidos. Em aparte, cinco deputados parabenizaram a iniciativa de Rejane Dias e se dispuseram a integrar a Comissão. Entre eles, o deputado Evaldo Gomes (PTC), Tadeu Maia Filho (PSB) e Margareth Coelho (PP), que propôs a criação da frente em conjunto.

Para a deputada Rejane além de discutir a questão, a Frente Parlamentar vai propor e promover modificações na legislação que permitam o enfrentamento ao alcoolismo, o avanço do crak e outras drogas. ?Quero o apoio de todos os deputados e deputadas para fazermos uma discussão aprofundada sobre esta problemática. Temos uma iniciativa importante do Governo do Estado no sentido da criação da Câmara Técnica, que discute de forma articulada com a sociedade e o governo. Agora o legislativo dará sua contribuição?.

A deputada ressalta que as drogas devem ser enfrentadas em todos os seus aspectos, desde o tráfico à dependência. Por isso, a comissão vai propor políticas públicas mais incisivas, como maior apoio aos órgãos e comunidades que tratam os dependentes químicos. ?Este não é um problema só de segurança pública, mas também de saúde. Por isso, um dos objetivos é fazer o reconhecimento das comunidades terapêuticas junto ao Ministério da Saúde?.

A proposta de Rejane casa com a Frente Parlamentar Contra as Drogas que está sendo proposta pelo senador Wellington Dias ao Congresso Nacional. Ele também propôs a criação de um sistema nacional de prevenção ao consumo de entorpecentes, que, sob o comando da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, teria escritório nas capitais dos estados e em importantes cidades-pólo do Brasil.

Fonte: Assessoria