Senadora Regina encerrará ciclo de debates sobre reforma política

A senadora informou sobre campanha Mais Mulheres na Política

No mês de julho a senadora Regina Sousa encerra o ciclo de debates sobre os principais pontos do projeto de reforma política, em tramitação no Congresso Nacional. Ela fez o anúncio neste final de semana, em Alto Longá, a 81 km da capital, ao participar de mais um debate com lideranças políticas e a sociedade na Câmara Municipal da cidade. Desde fevereiro que a parlamentar petista está percorrendo o interior do Estado, já visitou 25 cidades e fez palestra para mais de 4 mil pessoas em municípios de todas as regiões do Piauí.

Em Alto Longá a senadora informou sobre os pontos do projeto já aprovados na Câmara dos Deputados, como fidelidade partidária, fim da reeleição e mandato de 5 anos.  Esses itens ainda devem ser votados no Senado Federal.  Regina Sousa diz que um item que foi rejeitado pelos deputados e que a bancada feminina vai lutar para que os senadores aprovem é a cota de 30% das vagas no parlamento para as mulheres. “ Por isso faço a apelo a todos que pressionem os senadores para que votem favoráveis a cota para as mulheres. Isso é importante para a Democracia Brasileira.”

A senadora informou que a campanha Mais Mulheres na Política vai continuar porque “Cota é instrumento de promoção de igualdade onde há desigualdade.” A Organização das Nações Unidas Mulheres apoia a luta e um levantamento realizado em 188 países mostra que a maioria adota o sistema de cotas. A senadora lembrou que no Brasil, dos 513 deputados, somente 51 são mulheres e no Senado há  13, dos 81 parlamentares.

Em julho a senadora encerra o ciclo de debates na região sul do Estado. Ela irá falar para moradores de cinco municípios, no período de 17 a 19, começando em Corrente, passando por Curimatá, Gilbués, Santa Filomena e terminando em Bom Jesus. “ É importante que cada um fale sobre o projeto de reforma política em casa, com os amigos, na escola, para que mais gente saiba o que está no Congresso Nacional para ser votado.”

Fonte: Assessoria