""Só uma chapa é apoiada pelo PT e Lula"", diz Dias

""Só uma chapa é apoiada pelo PT e Lula"", diz Dias

Wellington afirma que Wilson é parte do projeto da continuidade do trabalho realizado em sete anos

"Sentimento pelo Piauí e pelo Brasil". Foi assim que definiu a sua campanha ao Senado o ex-governador Wellington Dias durante entrevista ao Programa Agora na tarde desta quarta-feira(15). O candidato descreveu as suas visitas às cidades do Piauí como um retorno de sentimentos, transmitindo humildade e sinceridade com os "pés no chão". Wellington disse que o povo sabe da importância da continuidade do trabalho de Lula e sabe que Dilma representa esse prosseguimento.

Sobre a vinda de Lula e Dilma ao Piauí, Dias falou que será definida uma agenda e afirmou que o presidente apóia a frente em que o seu partido faz parte. " Só uma chapa é apoiada pelo PT e por Lula" declarou ele. A polêmica sobre uma possível divisão de apoio de Lula e Dilma no Piauí entre Wilson Martins e João Vicente Claudino, Wellington afirmou que cabe às coordenações das duas campanhas chegar a um consenso sobre a divisão em dois palanques ou em apenas um.

Dias ainda enfatizou que a chapa de senador é prioridade. " Lula quer eleger Dilma no primeiro turno e quer maioria na Câmara dos Deputados e no Senado, com isso, ele aposta em mim e Antonio José Medeiros.

Sobre a importância da reeleição de Wilson Martins, Wellington afirma que ele é parte do projeto da continuidade do trabalho realizado em sete anos, tendo como prioridade proteger os menos favorecidos, a pobreza, os idosos e investir na educação. " A oposição bate no nosso ponto mais forte, que é fazer obras e ajudar os mais pobres. Por todo o Piauí existe a marca de nosso governo e as obras estão paradas por determinação da justiça eleitoral" disse ele.

Com relação à compra de votos, um dos assuntos mais comentados na reta final da campanha, Dias acrescentou. " Sinto-me feliz e aliviado, pois as pessoas não têm a coragem de chegar para oferecer voto vendido a mim. Estou tranquilo e acho que o eleitor pode até vender o voto, mas não entregará a mercadoria", finalizou.

FOTOS: HÉLVIO MENESES









Fonte: Marcos Moraes