Wilson Martins acerta visita de técnico americano ao Estado do PI

Wilson Martins acerta visita de técnico americano ao Estado do PI

O governador falou do trabalho que está sendo feito no Piauí e da necessidade de aprofundar a luta contra as drogas e seus efeitos

Cumprindo agenda política em Los Angeles, o governador Wilson Martins aproveitou para conhecer a experiência do DARE, instituição norte-americana de enfrentamento às drogas, que agora será partilhada com o Piauí. Wilson se reuniu na última terça-feira (27/12) com diretor do DARE (Drug Abuse Resistance Education).

O encontro ocorreu no Consulado do Brasil em Los Angeles, quando Wilson Martins esteve acompanhado do Consul Geral, José Alfredo Graça Lima, e do Consul Adjunto, Eduardo da Costa Farias, bem como do Vice-Consul, o diplomata piauiense Dolival de Lobão Carvalho. Pelo DARE, estava presente Scott Gilliam, Diretor Internacional de treinamento e um dos fundadores da instituição.

O governador falou do trabalho que está sendo feito no Piauí e da necessidade de aprofundar a luta contra as drogas e seus efeitos. Gilliam se mostrou disposto a dar suporte, como já vem fazendo em diversos países, inclusive o Brasil ? recentemente esteve em Minas Gerais fazendo palestra sobre a experiências do DARE.

O Drug Abuse Resistance Education (DARE) foi criado em 1983, em conjunto com o Departamento de Polícia da cidade de Los Angeles. A ênfase é no trabalho preventivo, atuando sobretudo nas escolas e criando nos próprios alunos a capacidade de reagirem às drogas. Diante do sucesso, o programa foi levado para todos os 51 estados norteamericanos e hoje é espelho para programas semelhantes em 45 países, inclusive o Brasil. Aqui ele serve de inspiração para o PROERD.

?É uma experiência de sucesso que se renova e se reinventa a cada dia. Não tenho dúvidas de que

pode ser um importante suporte no trabalho que realizamos no Piauí?, disse Wilson Martins. O governador fez um convite para que Gilliam venha ao Estado, faltando apenas a definição de uma data. ?Esta é uma luta que não pode parar e que tem que se reinventar a cada dia, já que a atuação daqueles que distribuem a droga recorre a métodos distintos também a cada dia?, frisou. (S.B.)

Fonte: JMN